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maio 2017

Dicas de Pedal, Informações, Lifestyle, Nutcase, Sem categoria,

Dicas para escolher o capacete ideal e pedalar em segurança

Amantes da bicicleta já sabem que o capacete é um dos itens de segurança mais importantes do ciclista. Este equipamento é o responsável por proteger a cabeça do impacto em quedas e acidentes, podendo ser o fator que separa lesões graves ou fatais de meros arranhões. Mas para que o capacete seja eficiente, é fundamental saber escolher o modelo mais adequado para cada pessoa e para cada modalidade de pedal.

Modelo: para cada objetivo, um capacete ideal

O mercado disponibiliza diversos tipos de capacete para ciclistas, que variam no design, no material, nos acessórios e no preço. Existem basicamente 3 modelos: o ventilado, o urbano e o fechado. O ventilado é o mais comum. Ele tem um formato alongado, semelhante a uma concha, e tem várias aberturas, garantindo uma melhor aerodinâmica e a ventilação da cabeça. Por isso, este modelo é bastante popular para trilhas e estradas, mas também é visto no meio urbano.

Os modelos de estrutura extremamente ventilada são ideais para o pessoal do speed, pois permitem a entrada de ar fresco pela frente do capacete e a saída de ar quente por trás, o que reduz o aquecimento da cabeça durante a atividade física. No entanto, para ter muitas entradas de ar, o capacete precisa ser feito com um material bastante resistente, caso contrário ele não seria seguro. Por isso, este modelo frequentemente é desenvolvido com materiais especiais, como a fibra de carbono, que deixam o capacete forte e ao mesmo tempo leve.

A consequência é o preço: quanto mais ventilado, leve e resistente for a peça, mas caro irá custar. Por isso, se você não é um competidor ou não tem o orçamento disponível, invista em um bom capacete ventilado – o melhor que puder pagar. Afinal, para uso urbano e nas trilhas não há necessidade de buscar os modelos mais aerodinâmicos. Já atletas amadores e profissionais devem investir nos melhores.
O segundo modelo de capacete é visto principalmente no cenário urbano. O estilo “coquinho” deriva do capacete utilizado pelos skatistas e é mais fechado na área da nuca e arredondado na parte superior. Ele protege principalmente contra quedas verticais, e além do uso urbano também é utilizado pelo pessoal do street. Apesar de menos ventilados, são estilosos.
Por fim, o fechado é aquele que lembra um capacete de moto. Ele é maior e mais pesado, cobre toda a cabeça, tem reforço no queixo e viseira frontal. Por suas características, é ideal para atividades mais radicais que envolvem velocidade e riscos, como o downhill, o freestyle e o BMX.

Tamanho e outros acessórios

Geralmente, os capacetes são classificados em cinco tamanhos ou em três tamanhos conforme o fabricante. Na tabela mais segmentada o “XS”, com medida que varia de 53 a 54 centímetros de diâmetro, o “S” com 55 a 56 centímetros de diâmetro, o “M” com 57 a 58 centímetros de diâmetro, o “G” com 59 a 60 centímetros e o “XL” que tem em torno de 61 a 62 centímetros de diâmetro. Na hora de escolher o seu tamanho, deve-se medir a circunferência da cabeça com uma fita métrica na altura das sobrancelhas e escolher a opção mais adequada e verifique a divisão de tamanhos utilizado pelo fabricante. Tamanhos menores que 53 centímetros então em categorias infantis que tem sua própria divisão.

De qualquer forma, é importante selecionar capacetes com regulagem na parte de trás do crânio, que permitem um ajuste fino para evitar o deslocamento lateral da peça e garantir firmeza. As tiras laterais que prendem embaixo do queixo vêm em todos os modelos, e para quem pretende pedalar bastante e suar é aconselhável escolher um tecido mais maleável, que evita irritação na pele.
Alguns modelos vêm ainda com uma espuma interna para ajuste e conforto. Se for possível, escolha capacetes com a espuma lavável. E por mais óbvio que pareça, nunca é demais ressaltar: capacetes trincados perdem a utilidade e não garantem a segurança do ciclista. Por isso, fique sempre de olho no seu e troque assim que perceber um problema.

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Cicloturismo: prepare sua bike de acordo com a rota

Para os amantes do pedal em duas rodas, a palavra “viajar” tem um sentido a mais. Além do Natal junto à família, de reunir amigos para o Carnaval ou fazer um mochilão em outro continente, viajar também quer dizer percorrer quilômetros e mais quilômetros de bicicleta.

Não importa se por apenas algumas horas ou durante dias e semanas. Quem ama o ciclismo como hobby ou esporte vê as férias e os feriados como oportunidades de usar as próprias pernas e a bike para conhecer lugares, pessoas, culturas e paisagens. Não é à toa que o cicloturismo vem crescendo entre os brasileiros, assim como as opções de rotas nacionais e internacionais voltadas para este segmento.
Mas apesar de a atividade remeter à liberdade, ela também exige muito planejamento e preparo. Não apenas o trajeto deve ser estudado e avaliado de acordo com a aptidão física dos interessados, mas a escolha da bicicleta e de seus acessórios também é fundamental para o sucesso da aventura. Quanto mais acertado for o modelo para o tipo de roteiro escolhido, menor a chance de problemas e preocupações na jornada.

Cicloturismo em praias e trilhas

Se o trajeto passa a maior parte do tempo pela areia e visa conhecer belas praias e paisagens naturais, então se prepare para um terreno majoritariamente plano. O modelo de bicicleta sem marchas é a escolha predileta dos moradores do litoral e atende perfeitamente às necessidades de passeios curtos voltados para entretenimento e lazer.

Já para os amantes da adrenalina, que gostam de percorrer trilhas, o modelo ideal é a mountain bike. Mas antes de adquirir uma, é importante pesquisar e informar-se quanto ao modelo para não se enganar pelo nome e pela aparência, pois o que faz de uma mountain bike ideal para trilhas é a sua composição, e não o design.

Atualmente existem modelos que aparentam ser off-road, mas na verdade aguentam somente trilhas suaves de terra e sem obstáculos. Para ciclistas que planejam encarar trilhas mais radicais, com pedras, valetas, barro e obstáculos, este modelo simples não é suficiente.

Uma verdadeira bicicleta de trilha deve ter pelo menos 21 marchas e a suspensão deve ser resistente para aguentar e amortecer impactos. Os pneus devem ser de cravos, que tem aqueles sulcos mais profundos e são perfeitos para agarrar na terra. Recomenda-se ainda levar uma câmara de ar reserva, caso fure o pneu, bem como uma bomba para enchê-lo. Além disso, é indispensável um bom capacete, luvas e óculos de proteção.

Amantes do asfalto

O ciclismo em estrada demanda outra configuração, e neste caso há duas opções. Alguns modelos de bicicleta para estrada priorizam performance e são voltados para atletas amadores e profissionais que tem na própria estrada o seu objetivo de treino. Mas há também os modelos que visam conforto, para ciclistas que veem a estrada como um meio para levá-los de um lugar para outro.

A bicicleta ideal para ciclistas de performance é mais agressiva, deixa o corpo em uma posição aerodinâmica e utiliza materiais leves que reduzem o peso do equipamento (como a fibra de carbono e o alumínio). Os pneus são finos e adaptados para velocidade.

Já as estradeiras para longas distâncias são mais confortáveis e menos agressivas, com foco na durabilidade e na resistência. Quanto mais longa for a distância planejada, mais prática deve ser a composição deste modelo.

Afinal, pode ser que alguma peça apresente problema em regiões remotas e o ciclista tenha que concertar ou buscar nova peça nas lojas mais próximas. Por isso, a manutenção deve ser fácil e é importante priorizar peças mais comuns e não tão específicas, como freio V-brake. Outros acessórios também são recomendados, como espelho retrovisor, firma pés, campainha e selim largo e macio.

E não importa qual for o destino: lembre-se se de levar sempre muita água para hidratar-se, alguns lanches e um documento com identificação. Aproveite a aventura!

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Porque utilizar selante nos pneus da bicicleta

Por que utilizar selante nos pneus de minha bicicleta?

Líquido espesso e denso pode ser boa estratégia para evitar aborrecimento com furos

Uma das maiores dores de cabeça que podem acontecer na vida de um ciclista é um furo de pneu. Pneus furados representam contratempos, pois seu reparo exige ferramentas, esforço, tempo e paciência que nem sempre estão disponíveis. Afinal, ninguém quer interromper um prazeroso passeio ou até mesmo a ida ao trabalho com um furo de pneu.

Cientistas descobriram que uma das formas mais eficazes de se evitar ou combater os indesejáveis furos no pneu da bicicleta não está em combatê-los de fora para dentro, e sim, de dentro para fora. Desta forma, acabaram inventando o selante líquido para pneus de bicicleta.

Mas afinal, o que é e como funciona este líquido selante? O conceito do selante é bastante simples: É um líquido denso e espesso, formado por fibras e adesivos. Este líquido é injetado no interior do pneu junto com o ar e, com a rotação, ele acaba sendo espalhado por toda a superfície interna do pneu. O selante consegue aumentar a vida útil de seu pneu por um tempo considerável, porque seu funcionamento não está em evitar que o pneu fure, mas sim em evitar que o ar escape do pneu.

Seu funcionamento também é simples: após espalhado no interior do pneu, ele adere à superfície da borracha. Quando algum objeto faz um furo no pneu, o ar pressionado no interior da borracha tenta escapar e acaba empurrando o selante para dentro do furo. Como o selante é altamente denso, ele acaba aderindo ao furo e o entupindo, evitando assim que o ar escape.

É importante ressaltar que selantes são altamente eficazes apenas para pequenos furos. Um buraco maior na superfície do pneu faria com que o ar vazasse sem que o selante desse conta de vedar o furo, portanto, selante não é tudo, mas é uma grande pedida!

Por que devo utilizar selante em meu pneu?

Selantes não são caros e são relativamente fáceis de se instalar no pneu de sua bicicleta. Com o selante, a probabilidade de o ciclista ter um passeio ou volta interrompida por um indesejável furo de pneu é bem menor. Selantes de alta qualidade dão conta de conter até mesmo dezenas de furos sem que o ciclista tenha que levar a bicicleta ao borracheiro.

Onde posso encontrar selante?

A Julio Andó possui em seu portfolio de produtos, os selantes Slime, nº 1 em cuidados com pneus no mundo. Conheça mais acessando o site Slime Brasil.

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Você sabe o que é Cycle Chic

Cycle Chic é um movimento que defende ser possível pedalar com estilo, sem precisar ser um atleta ou encarar a atividade como uma prática esportiva. A ideia é aposentar as roupas fitness e adotar o uso de roupas comuns, usadas nos seus compromissos diários.

A facilidade do Cycle Chic acaba agradando muita gente: tanto quem antes deixava de pedalar porque não gostava das roupas esportivas, quanto quem não podia chegar ao trabalho vestindo roupas de ginástica ou achava complicado ter que levar uma roupa para trocar ao chegar no compromisso. Com isso, a ideia foi se espalhando pelo mundo, inclusive no Brasil.

O objetivo por trás desse movimento que começou há alguns anos na Europa é fazer com que o ciclismo seja visto como um meio de transporte comum nas cidades, e não apenas como um hobby ou um esporte. Quem adota esse estilo de se locomover pela cidade, mesmo nos grandes centros urbanos, acaba sendo mais comprometido com outros ideais, como qualidade de vida e sustentabilidade.

Uma das características do movimento Cycle Chic é exatamente a busca dessa relação mais próxima com a cidade. É uma forma pacífica de reivindicar a presença de mais bicicletas nas ruas, por isso é considerado uma forma de cicloativismo.


Estilo até no meio de transporte

Quem gosta desse conceito e usa a bicicleta para se locomover também costuma gostar de customizar sua bike. Muitos escolhem modelos mais antigos e há até espaço para acessórios específicos, como cestas, bolsas e luvas para incrementar a magrela. Existem, inclusive, lojas voltadas para suprir esse mercado e profissionais especializados na customização de bicicletas. É uma forma de mostrar a sua personalidade através do seu meio de locomoção e também de adaptá-lo às suas necessidades.

Além disso, essas bicicletas personalizadas acabam trazendo mais segurança para o seu dono, já que o fato de serem muito diferentes acaba inibindo possíveis roubos. Isso acontece pois é bastante fácil identificar bicicletas tão diferentes e pessoais.

Como surgiu

O movimento Cycle Chic surgiu em 2006, em Copenhagen, na Dinamarca, quando o fotógrafo, cicloativista e cineasta Mikael Colville-Andersen criou um blog chamado Copenhagen Cycle Chic para publicar fotos de ciclistas cheios de estilo da cidade. No ano seguinte, a ideia começou a se espalhar e ficou conhecida mundialmente.

De acordo com o fotógrafo, o Cycle Chic não é uma ideia nova, o movimento busca apenas resgatar o hábito de usar roupas normais para pedalar, como acontecia desde o surgimento da bicicleta.

A Dinamarca é conhecida pela incorporação dos ciclistas no seu cotidiano – mais da metade da população do país usa a bicicleta como meio de transporte. Segundo Mikael, a ideia é que tudo o que você precisa para pedalar é ter uma bicicleta, é perfeitamente possível pedalar usando suas roupas comuns do dia a dia. Para ele, quem usa a bicicleta para corridas e outros fins esportivos vai precisar de acessórios e roupas adequados, mas para quem quer usá-la como meio de transporte para os seus compromissos diários, basta abrir o armário.