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10 dicas para quem quer começar a pedalar

Pedalar é uma das atividades físicas mais acessíveis. Após investir na bike ou até mesmo alugando uma pela cidade, basta encontrar uma ciclovia ou um parque e curtir um passeio enquanto cuida da saúde. Seja como meio de transporte ou como opção de lazer, uma bicicleta pode trazer muito mais qualidade de vida para a sua rotina.
Se você está pensando em começar a pedalar, mas não sabe por onde começar, fique de olho nessas dez dicas a seguir para realizar essa vontade em poucos passos!

10 dicas para quem quer começar a pedalar

1 – Escolha a bicicleta ideal. O modelo mais adequado vai depender dos seus objetivos; se pretende usar apenas para pequenos passeios ou até mesmo para trilhas. Além disso, é importante observar a altura do guidão e do banco e o conforto do assento.
2 – Equipamentos de segurança. Após escolher o modelo de bicicleta ideal é preciso selecionar os melhores acessórios, como luvas e bonés para dar mais conforto, além de equipamentos de segurança, como capacete e joelheiras.
3 – Prática. Evite longos caminhos logo no começo. Procure um parque tranquilo próximo à sua casa e pratique bem antes de encarar vias movimentadas e dividir espaço com carros e demais veículos. Além disso, busque conhecer as ciclovias da região e, se possível, faça trajetos mais movimentados na companhia de outros ciclistas mais experientes até que sinta a confiança necessária para pedalar sozinho.
4 – Esteja preparado. Leve sempre um kit básico de reparos, principalmente em trilhas em meio à natureza onde será difícil conseguir ajuda. Leve uma bomba de ar, cola e remendo; dessa forma, será possível reparar o pneu em caso de algum imprevisto.
5 – De olho na saúde! Leve sempre uma garrafa de água e faça refeições leves antes de pedalar.

6 – Proteja-se do clima. Ande sempre com protetor solar, óculos de sol e boné. Se for pedalar a noite, leve um casaco para usar no final do trajeto.
7 – Pesquise o trajeto. Sempre antes de sair para pedalar busque conhecer o caminho. Vale pesquisar o mapa do trajeto na internet e levar uma pequena cola com dicas e pontos de referência para não se perder por aí.
8 – Pedale em grupo. Faça amizade com outros ciclistas e participe de encontros na sua cidade. Trocar informações e dicas é uma ótima forma de conhecer melhor o esporte. Além disso, com um grupo de ciclistas mais experientes, você terá ajuda e mais segurança para longos trajetos.
9 – Escolha roupas apropriadas. É possível encontrar peças que absorvem o suor e dão mais conforto aos ciclistas. Procure lojas especializadas em sua cidade.
10 – Siga a regulamentação das vias. Procure entender as normas de trânsito, principalmente se você não tem carteira de motorista. É importante saber quem tem preferência em cada caso, como sinalizar quando precisar fazer uma curva e quais as exigências de equipamentos e sinalizações para andar com segurança. Dessa forma, ciclistas e motoristas podem compartilhar o mesmo espaço sem risco.

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Saiba a hora certa para trocar a corrente

 Quem anda de bicicleta sabe a importância de manter a manutenção em dia para evitar acidentes e imprevistos. Dentre os itens mais importantes em uma bike, a corrente é o principal. Uma corrente gasta tende a quebrar no momento da arrancada ou quando o ciclista pedala em pé, o que gera mais força e peso. Dessa forma, quando a corrente quebra, a bicicleta vira para frente e o ciclista pode sofrer um grave acidente.


Para evitar que isso ocorra é preciso sempre observar a corrente e trocar por uma nova quando assim for necessário. O uso faz com que a corrente vá se desgastando e, com o tempo, os dentes deixam de se encaixar corretamente nas engrenagens. Pedalar em terrenos que exigem mais esforço como areia, lama e terra, acelera esse processo. Além do piso, a inclinação e até mesmo o clima também influenciam.
Você pode prolongar o uso da corrente com alguns cuidados básicos. Com frequência, limpe a sujeira que fica na corrente antes que a mesma acumule e fique difícil remover. Mantenha a lubrificação de acordo com o uso. Utilize óleo se suas rotas costumarem passar por lama e umidade em trilhas, ou lubrificante à base de teflon para pedalar no asfalto.
Ao comprar uma nova corrente é preciso observar o tamanho dela. A corrente precisa ser do tamanho ideal para abranger as engrenagens. É importante também que não force as molas do câmbio traseiro.
O cuidado com a corrente deve ser uma constante para todos os ciclistas, exigindo atenção extra de quem participa de competições, faz trilhas e cicloturismo. Uma corrente nova pode custar entre 35 e 150 reais, a marca e modelo vão variar de acordo com o perfil de uso do ciclista.

Saiba a hora certa para trocar a corrente

Você pode comprar uma ferramenta para evitar dúvidas no momento de trocar a corrente, trata-se de uma chave com três dentes onde você encaixa a corrente para avaliar a sua qualidade. Quando a corrente não se encaixa totalmente e sobra um espaço, isso indica que ela está em boas condições. Por outro lado, se a corrente encaixa totalmente, significa que está gasta e chegou o momento de substituir por uma nova.
Um medidor de corrente custa entre 80 e 160 reais. Caso ainda não tenha um, você pode procurar um mecânico e pedir para medir a corrente. Vale lembrar que correntes bem conservadas aumentam a durabilidade do cassete, que pode aguentar a troca de até dez correntes se os cuidados forem observados.

Sem um medidor próprio para essa finalidade fica difícil avaliar a qualidade da corrente e saber o momento da troca. Busque observar se os elos estão folgados e se os dentes se encaixam corretamente.
Além disso, observe qualquer barulho ou funcionamento fora do comum na sua bike, e não demore a procurar auxílio de um profissional na área em caso de qualquer dúvida ou receio. Com a manutenção em dia, sua bike vai durar mais anos e suas pedaladas serão muito
mais tranquilas.

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Conheça mais sobre os itens de segurança para pedalar a noite

A pedalada noturna é uma atividade bastante agradável. Depois que o sol se põe, geralmente o trânsito fica mais tranquilo, há menos pedestres nas ruas, a temperatura é amena e o céu fica iluminado. Por isso, alguns ciclistas realmente preferem treinar em meio à escuridão, mas há outros sem opção, pois retornam do trabalho neste horário e pedalam como meio de transporte.

Mas andar de bike neste período exige atenção redobrada. Apesar do tráfego reduzido e da iluminação urbana, a visibilidade a noite é reduzida tanto para o ciclista quanto para motoristas de motos e veículos, o que contribui para colisões. No entanto, algumas dicas e acessórios podem diminuir as chances de acidentes e tornar a pedalada noturna mais segura. Descubra logo abaixo.

Acessórios e hábitos para uma pedalada segura

Os principais acidentes envolvendo bicicletas no período noturno ocorrem por falta de atenção e/ou visibilidade do próprio ciclista, ou ainda por colisões com automóveis. No primeiro caso, há obstáculos na via que são facilmente percebidos durante o dia, mas que à noite podem passar despercebidos e provocar quedas, como buracos, pedras, desvios e até mesmo pedestres e outros ciclistas. Já no segundo caso, seja por falta de sinalização da bike ou por imprudência dos motoristas, os principais acidentes entre carros/motos e bicicletas são frontais ou laterais.
Por isso, para garantir mais segurança e reduzir os riscos de acidentes, é fundamental que o ciclista e a bicicleta sejam sinalizados e que o ciclista esteja atento a tudo que ocorre ao seu redor, para conseguir agir defensivamente quando necessário.
Uma dica simples é utilizar roupas de cor clara que facilitem a identificação. Caso isso não seja possível, tenha sempre em mãos um colete com faixas reflexivas para vestir. O capacete também é um item de segurança que pode contribuir para a visibilidade se você colar faixas reflexivas e adaptar leds e faróis nele. Existem ainda faixas reflexivas com velcro que grudam na roupa e podem ser usadas na região dos braços, pernas e costas. Percebeu que é mesmo importante ser visto, né?

Já na bicicleta, o ideal é utilizar um farol de luz branca na frente para iluminar o caminho (e avisar motoristas e pedestres que você está ali), e uma luz vermelha na traseira. Se tiver a opção, utilize luzes pisca-pisca, pois estudos revelam que elas são melhores do que a luz contínua para chamar atenção. As luzes de LED também são recomendáveis, pois tem boa durabilidade e funcionam com pilhas ou baterias recarregáveis – mas há também as lâmpadas incandescentes, as halógenas e as de xênon.
Em termos de direção, é importante rodar em velocidade baixa durante a noite e prestar muita atenção em áreas movimentadas e cruzamentos. Também redobre o foco quando passar por ruas e bairros com vida noturna e baladas, pois os motoristas alcoolizados podem não enxergar você. Por melhor que seja andar de bicicleta com fones de ouvido, à noite é importante poder contar com a audição para perceber o ambiente ao seu redor e antecipar algum problema.

O que diz o Código Brasileiro de Trânsito (CBT)

De acordo com o CBT, a bicicleta deve circular pela ciclovia, ciclofaixa ou acostamento. Porém, em caso de ausência destas vias, o ciclista deve ficar nos bordos da pista, sempre no mesmo sentido de direção dos automóveis. Isso é válido tanto para pedaladas noturnas como para diurnas.
O pedestre sempre tem preferência em relação ao ciclista, e o ciclista por sua vez tem preferência em relação ao automóvel. Por isso, não é recomendada a circulação de bicicletas pelas calçadas. A lei também obriga o uso de refletores na parte dianteira, traseira e lateral das bicicletas, bem como nos pedais, além de espelho retrovisor do lado esquerdo e campainha.

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V-Brake ou disco? Por que é importante escolher o freio adequado?

Falar de freio é fundamental para qualquer ciclista. Ninguém quer passar por uma situação em que não consiga frear a bicicleta suficientemente para fazer uma curva ou driblar um obstáculo. Da mesma forma, não seria nada agradável frear demais repentinamente, travar rodas e correr o risco de levar um belo tombo. Por isso, os freios precisam oferecer precisão e segurança.
Sabemos, entretanto, que quanto mais tecnologia o produto possuir, mais caro ele irá custar. Por isso, é
interessante pensar na relação entre custo, benefício e as demandas de sua atividade com a bicicleta. Neste artigo, você conhecerá a característica de dois dos principais freios utilizados nos dias de hoje: o V-Brake e o freio a disco.

Uma volta ao passado

É comum em bicicletas antigas encontrar um tipo de freio que já não é mais vendido junto às bikes modernas, o cantilever. Seu funcionamento é extremamente básico: o cabo de aço que sai da manete puxa um mecanismo em “v” com outro cabo próximo ao garfo, o que faz com que as pastilhas de freio se juntem e produzem atrito com o aro. Foi bastante eficiente, mas caiu em desuso pela força que exige das mãos, a falta de precisão e a dificuldade para se regular.

V-Brakes

Falamos dos cantilevers no parágrafo anterior porque o modelo V-Brake é considerado uma evolução mecânica do antigo freio a cabos. Naturalmente, o V-Brake tomou o lugar do cantilever no mercado, e hoje em dia é o freio mais comum em bicicletas para lazer e transporte.

O freio V-Brake funciona a partir de um princípio de alavanca. O cabo que sai das manetes ativa lateralmente um mecanismo que puxa simultaneamente ambos os braços das pastilhas de freio, pressionando o aro e proporcionando a frenagem. Este freio tem um funcionamento físico semelhante ao cantilever, mas suas características exigem uma menor força manual para ativar, além de uma performance melhorada.
Embora seja uma tecnologia menos avançada em relação aos freios a disco, os ciclistas costumam dizer que é preferível possuir um freio V-Brake bom em sua bike do que um freio a disco ruim. De fato, algumas opções deste modelo de frenagem podem apresentar um ótimo desempenho.

Freio a disco

O freio a disco já é uma tecnologia consagrada em motocicletas e carros, sendo gradualmente incorporada e evoluída também nas bicicletas. O princípio físico do freio não é complexo a uma primeira vista. Pinças pressionam os rotores (discos), que são fixados ao cubo da roda, promovendo a frenagem. Os cabos que transmitem a força das manetes podem ser mecânicos ou hidráulicos, e proporcionam uma perda de velocidade com grande precisão e eficiência.

As outras principais vantagens do disco dizem respeito à forma como ele funciona. Como o disco de frenagem está no centro da roda, é menos suscetível a sujeira e danos causados por irregularidades do terreno. Por este mesmo motivo, não está em contato com o aro da bicicleta, o que aumenta a vida útil deste componente. Ao utilizar freios hidráulicos, a precisão e a performance se tornam ainda melhores. Consequentemente, é um equipamento relativamente mais caro que os demais.

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