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Saiba a hora certa para trocar a corrente

 Quem anda de bicicleta sabe a importância de manter a manutenção em dia para evitar acidentes e imprevistos. Dentre os itens mais importantes em uma bike, a corrente é o principal. Uma corrente gasta tende a quebrar no momento da arrancada ou quando o ciclista pedala em pé, o que gera mais força e peso. Dessa forma, quando a corrente quebra, a bicicleta vira para frente e o ciclista pode sofrer um grave acidente.


Para evitar que isso ocorra é preciso sempre observar a corrente e trocar por uma nova quando assim for necessário. O uso faz com que a corrente vá se desgastando e, com o tempo, os dentes deixam de se encaixar corretamente nas engrenagens. Pedalar em terrenos que exigem mais esforço como areia, lama e terra, acelera esse processo. Além do piso, a inclinação e até mesmo o clima também influenciam.
Você pode prolongar o uso da corrente com alguns cuidados básicos. Com frequência, limpe a sujeira que fica na corrente antes que a mesma acumule e fique difícil remover. Mantenha a lubrificação de acordo com o uso. Utilize óleo se suas rotas costumarem passar por lama e umidade em trilhas, ou lubrificante à base de teflon para pedalar no asfalto.
Ao comprar uma nova corrente é preciso observar o tamanho dela. A corrente precisa ser do tamanho ideal para abranger as engrenagens. É importante também que não force as molas do câmbio traseiro.
O cuidado com a corrente deve ser uma constante para todos os ciclistas, exigindo atenção extra de quem participa de competições, faz trilhas e cicloturismo. Uma corrente nova pode custar entre 35 e 150 reais, a marca e modelo vão variar de acordo com o perfil de uso do ciclista.

Saiba a hora certa para trocar a corrente

Você pode comprar uma ferramenta para evitar dúvidas no momento de trocar a corrente, trata-se de uma chave com três dentes onde você encaixa a corrente para avaliar a sua qualidade. Quando a corrente não se encaixa totalmente e sobra um espaço, isso indica que ela está em boas condições. Por outro lado, se a corrente encaixa totalmente, significa que está gasta e chegou o momento de substituir por uma nova.
Um medidor de corrente custa entre 80 e 160 reais. Caso ainda não tenha um, você pode procurar um mecânico e pedir para medir a corrente. Vale lembrar que correntes bem conservadas aumentam a durabilidade do cassete, que pode aguentar a troca de até dez correntes se os cuidados forem observados.

Sem um medidor próprio para essa finalidade fica difícil avaliar a qualidade da corrente e saber o momento da troca. Busque observar se os elos estão folgados e se os dentes se encaixam corretamente.
Além disso, observe qualquer barulho ou funcionamento fora do comum na sua bike, e não demore a procurar auxílio de um profissional na área em caso de qualquer dúvida ou receio. Com a manutenção em dia, sua bike vai durar mais anos e suas pedaladas serão muito
mais tranquilas.

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10 dicas para encarar subidas de bicicleta

Andar de bicicleta é uma ótima opção de lazer, meio de transporte e atividade física. Quem começa não quer mais parar, logo se apaixona pelo ciclismo e quer ir além, superando desafios e ultrapassando as barreiras do próprio corpo. Após aumentar as distâncias percorridas e realizar os mesmos trajetos em cada vez menos tempo, um dos grandes obstáculos a se encarar são as subidas.

Os iniciantes podem ficar com medo e até mesmo evitar subidas muito inclinadas, principalmente em ciclovias próximas a vias muito movimentadas. A boa notícia é que é possível superar esse medo seguindo algumas dicas, e em pouco tempo você vai se surpreender com o seu desempenho pedalando qualquer subida.

10 dicas para encarar subidas de bicicleta

1 – Postura. Pedalar em pé te permite ir mais rápido, embora seja mais cansativo. Isso vai depender da distância da subida. O ideal em subidas é tentar equilibrar a força por todo o corpo, dividindo o peso.
2 – Ajuste. A distância entre banco e pedal pode evitar dores e tornar a subida mais fácil. Para ajustar a altura, sente-se na bicicleta e coloque o pé nos pedais. O ideal é que, quando o pedal estiver na parte mais baixa da curvatura da pedalada, a sua perna fique quase totalmente esticada.
3 – Respiração. Inspire e expire devagar, mantenha um ritmo de respiração calmo e constante. Dessa forma, fica mais fácil ter fôlego até o final da subida.
4 – Relaxe. Relaxar a parte superior do corpo facilita a respiração e deixa a pedalada mais leve. Manter a cabeça pra frente e a coluna ereta também são formas de tornar a subida mais tranquila.
5 – Devagar e sempre. Essa dica vale principalmente para o começo da subida, assim você poupa energia para todo o trajeto.
6 – Ritmo. Manter um ritmo de 90 RPM é ideal para evitar que o ciclista se canse rápido demais. Para quem não entende o termo específico, tente manter uma volta e meia do pedal a cada segundo.

7 – Zigue-zague. Esta dica vale para trilhas e parques. Pedalar em zigue-zague ajuda a diminuir a elevação da subida, apesar de prolongar um pouco o trajeto. Só não use essa dica em ciclovias com carros próximos, pois pode ser perigoso por não ter o espaço necessário.
8 – Pesquise. Conheça o caminho antes de sair de casa. Pergunte a amigos que já fizerem o trajeto ou pesquise na internet. Dessa forma você pode conseguir dicas específicas sobre a subida que precisa encarar.
9 – Transpiração. Use roupas especiais e leve uma garrafa de água. Uma subida exige mais esforço para pedalar do que terrenos planos.
10 – Confiança. Acreditar que você é capaz certamente tornará a subida mais leve.

Se apesar dessas dicas você ainda está inseguro e sente que precisa de mais um tempo para ter mais força muscular e disposição física, desça da bicicleta e faça a subida andando ou mude de caminho. Cada pessoa tem seu ritmo e seu tempo, e nenhum ciclista nasce da noite para o dia.

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V-Brake ou disco? Por que é importante escolher o freio adequado?

Falar de freio é fundamental para qualquer ciclista. Ninguém quer passar por uma situação em que não consiga frear a bicicleta suficientemente para fazer uma curva ou driblar um obstáculo. Da mesma forma, não seria nada agradável frear demais repentinamente, travar rodas e correr o risco de levar um belo tombo. Por isso, os freios precisam oferecer precisão e segurança.
Sabemos, entretanto, que quanto mais tecnologia o produto possuir, mais caro ele irá custar. Por isso, é
interessante pensar na relação entre custo, benefício e as demandas de sua atividade com a bicicleta. Neste artigo, você conhecerá a característica de dois dos principais freios utilizados nos dias de hoje: o V-Brake e o freio a disco.

Uma volta ao passado

É comum em bicicletas antigas encontrar um tipo de freio que já não é mais vendido junto às bikes modernas, o cantilever. Seu funcionamento é extremamente básico: o cabo de aço que sai da manete puxa um mecanismo em “v” com outro cabo próximo ao garfo, o que faz com que as pastilhas de freio se juntem e produzem atrito com o aro. Foi bastante eficiente, mas caiu em desuso pela força que exige das mãos, a falta de precisão e a dificuldade para se regular.

V-Brakes

Falamos dos cantilevers no parágrafo anterior porque o modelo V-Brake é considerado uma evolução mecânica do antigo freio a cabos. Naturalmente, o V-Brake tomou o lugar do cantilever no mercado, e hoje em dia é o freio mais comum em bicicletas para lazer e transporte.

O freio V-Brake funciona a partir de um princípio de alavanca. O cabo que sai das manetes ativa lateralmente um mecanismo que puxa simultaneamente ambos os braços das pastilhas de freio, pressionando o aro e proporcionando a frenagem. Este freio tem um funcionamento físico semelhante ao cantilever, mas suas características exigem uma menor força manual para ativar, além de uma performance melhorada.
Embora seja uma tecnologia menos avançada em relação aos freios a disco, os ciclistas costumam dizer que é preferível possuir um freio V-Brake bom em sua bike do que um freio a disco ruim. De fato, algumas opções deste modelo de frenagem podem apresentar um ótimo desempenho.

Freio a disco

O freio a disco já é uma tecnologia consagrada em motocicletas e carros, sendo gradualmente incorporada e evoluída também nas bicicletas. O princípio físico do freio não é complexo a uma primeira vista. Pinças pressionam os rotores (discos), que são fixados ao cubo da roda, promovendo a frenagem. Os cabos que transmitem a força das manetes podem ser mecânicos ou hidráulicos, e proporcionam uma perda de velocidade com grande precisão e eficiência.

As outras principais vantagens do disco dizem respeito à forma como ele funciona. Como o disco de frenagem está no centro da roda, é menos suscetível a sujeira e danos causados por irregularidades do terreno. Por este mesmo motivo, não está em contato com o aro da bicicleta, o que aumenta a vida útil deste componente. Ao utilizar freios hidráulicos, a precisão e a performance se tornam ainda melhores. Consequentemente, é um equipamento relativamente mais caro que os demais.

Acesse e conheça todos os modelos disponíveis.

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Qual o pneu mais indicado para minha bicicleta?

Mercado oferece opções para diversas atividades, performances e bolsos

 O pneu é uma peça da bike que merece fundamental atenção e pesquisa na hora de escolher um modelo. Enquanto peça que fica em contato direto com o solo, ele precisa oferecer conforto, segurança, performance e, se possível ainda ser durável e resistente às características do solo. Saiba qual o modelo e tipo escolher para sua bicicleta. Para isso, leve em conta as condições do exercício que está prestes a fazer, e qual o terreno no qual a bicicleta será utilizada.

Tamanho do pneu

Ao comprar seu pneu, verifique se ele se adequa ao diâmetro dos aros de sua bicicleta. Para descobrir este valor, procure nos pneus já instalados medidas como “26 x 1,5” ou “26 x 2”. O primeiro valor se refere ao diâmetro, e é o que dá o “nome” ao aro – aro 26, aro 27,5, aro 29. O segundo valor se refere à largura do pneu.

Os aros 26 são os utilizados em boa parte das bicicletas, tanto nas de lazer, como nas de MTB. No entanto, esta última categoria também já está incorporando aros 27,5 e 29, maiores e mais eficazes para superar obstáculos do terreno. A largura está diretamente ligada ao conforto e inversamente ligada à velocidade. Um pneu mais largo, portanto, é mais confortável, melhor para curvas, mas mais lento, pois oferece mais atrito com o solo. Os pneus mais finos são mais velozes, no entanto, piores para curvas e menos confortáveis por ter menos ar em seu interior.

Ranhuras e cravos dos pneus

O desenho que a banda externa do pneu apresenta diz muito sobre sua característica e sua performance. Os pneus slicks (sem cravos), por exemplo, são mais indicados para uso em asfalto. São mais confortáveis para pisos lisos, e apresentam boa aderência em pistas de concreto mais regulares.

Os pneus com cravos também são bastante variados. Os que possuem cravos maiores apresentam melhor desempenho em terrenos com lama.

Os que têmcravos menores são ideais para estradas de terra batida, porém seca. A distância entre os cravos também determina a quantidade de aderência e atrito entre a borracha e o chão. Para ciclistas que utilizam a bike como meio de transporte e enfrentam terrenos diferentes com o mesmo pneu, existem opções híbridas, de slicks com travas pequenas, que podem ser um bom coringa.

Arame ou Kevlar?

O talão, que é a parte dura a qual fica em contato com o aro, possui um revestimento rígido, normalmente de arame ou Kevlar (substância leve e dura utilizada em coletes à prova de bala). O Kevlar é mais leve e resistente que o arame – pode inclusive ser dobrado, facilitando o transporte. No entanto, é mais caro do que o arame, que também pode ser uma boa escolha.

Calibragem

Mantenha seu pneu sempre calibrado. É importante observar sempre as orientações do fabricante sobre o respectivo modelo de pneu. Lembre-se apenas de que pneus com mais ar são mais rápidos, porém podem perder tração com maior facilidade em pisos lisos. Pneus mais murchos, por sua vez, se desgastam mais e furam mais facilmente.

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Acessórios: combine beleza com segurança

Acessórios para ciclistas mesclam utilidade com estética e segurança para atividades

Quem é ciclista sabe que apenas a bicicleta nunca é suficiente para praticar pedaladas, independente do piso. Quase todo praticante de ciclismo utiliza pelo menos alguns acessórios ao longo de suas jornadas, para os mais diversos fins. Assim como as bicicletas, os acessórios e os dispositivos de segurança também estão se tornando cada vez mais evoluídos.
E, além da performance elevada, eles também estão cada vez mais bonitos!

Muitos ciclistas se preocupam com a estética no momento de praticar suas atividades. Gostam de estar vestidos com roupas de cores bonitas, com combinações vivas e aliadas às cores da bike ou de outros equipamentos. Além das roupas, os acessórios das bicicletas também estão sendo projetados para ter uma boa impressão estética, e não apenas cumprir com sua função.

É possível unir beleza, segurança e eficiência

Existe uma infinidade de acessórios para ciclistas e bicicletas que, além de cumprir muito bem com suas funções operacionais, também agradam aos olhos, com seus designs modernos e de bom gosto. Dentre os equipamentos disponíveis, estão bar ends, bolsas, bombas, buzinas, cadeados, campainhas, suportes para caramanholas, cestões, descansos, faróis, malas para bikes, sinalizadores, paralamas, velocímetros e outros acessórios.

As bolsas, por exemplo, são um dos acessórios que mais permitem variações de cores e modelos, para que o ciclista carregue seus objetos de uma forma estilosa e personalizada. Existem modelos mais clássicos, como os pretos básicos, ou mesmo bolsas com mosaicos de cores e desenhos chamativos. Para proteger suas ferramentas, peças, ou até mesmo pneus do calor e da umidade, as opções são muitas.

As buzinas são um show à parte. Voltadas principalmente para crianças, existem modelos com formatos de animais, coloridas e animadas. Para ciclistas com um gosto mais “vintage”, a clássica campainha de gongo remonta às antigas bicicletas da década de 1950 e 1960.

Para manter sua caramanhola bem presa ao quadro de sua bike, os suportes também podem ter vários estilos, mas todos com grande eficiência em garantir que sua garrafa não sairá de seu lugar. São modelos de várias cores, como os tradicionais fabricados em alumínio, ou as de design mais arrojado, feitas em fibra de carbono.

Só o ciclista sabe o quanto sua bicicleta é preciosa e, portanto, merece todos os cuidados possíveis. Para carregar a bike em longas viagens ou ao longo dos terminais das rodoviárias e aeroportos, nada como uma uma mala bike que comporte toda a extensão do equipamento, protegendo-o de impactos, variações de temperatura e da umidade, que pode causar efeitos oxidantes em sua bicicleta. Há cores, modelos e tamanhos disponíveis para todos os gostos e necessidades.

Um farol tem uma função definida que deve ser cumprida com rigor: iluminar o caminho para que o ciclista consiga pedalar mesmo sem condições adequadas de luz. Mas é melhor ainda se o visual do farol conversar com o design da bicicleta, valorizando esteticamente o conjunto. Para isso, a variedade de opções também é grande.

Não importa qual o equipamento ou acessório necessário para sua bike. A Julio Andó tem grande variedade de produtos importados com qualidade e segurança. Monte sua bicicleta ou o estoque de sua loja com os melhores e mais bonitos acessórios – acesse http://www.julioando.com.br e confira!