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Julio Andó

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Gravidez e ciclismo


 A gestação exige muita energia do organismo e muda todo o funcionamento do corpo da futura mamãe. É preciso ter alguns cuidados especiais durante os nove meses de espera pelo novo membro da família. A prática de atividade física é fundamental e não precisa ser evitada a menos que seja por ordens médicas.
Para a futura mamãe manter a saúde em dia basta buscar por atividades com baixo impacto físico, como o ciclismo.

Gravidez e ciclismo – Dicas

– O primeiro passo é conversar com o seu médico
– Em seguida, monte um plano de treinos, com dias, horários e locais que se adaptem à sua rotina
– Escolha terrenos planos e locais pouco movimentados, assim será mais seguro pedalar até o último dia de gestação
– Mantenha o foco na alimentação e leve pequenos lanches, dando preferência a frutas
– Leve sempre uma garrafa de água fresca e se mantenha hidratada
– Respeite os seus limites e siga um ritmo leve, sempre de acordo com a evolução do seu corpo a cada mês de gestação
– Não vá além da sua capacidade e faça pausas sempre que se sentir cansada ou com falta de ar
– Ajuste a altura do bando e do guidão sempre que achar necessário, mantenha o conforto e a segurança como prioridades a cada pedalada
– Utilize roupas leves e confortáveis e evite horários de muito calor
– Dê atenção especial aos pés, que tendem a ficar inchados
– Escute o seu corpo. Nosso organismo é sábio e dá sinais sobre seus limites, saiba respeitar o seu próprio tempo
– Evite competições e corridas, pedale apenas como uma forma de lazer
– Procure evitar curvas, descidas e subidas
– Mantenha os exames médicos sempre em dia
– Diminua o ritmo das pedaladas no último trimestre de gestação

Benefícios do ciclismo para futuras mamães
Pedalar vai te ajudar a controlar o ganho de peso natural nesse período, mantendo o peso ideal a cada mês de forma saudável. Além disso, o ciclismo vai diminuir o risco de diabetes gestacional e hipertensão arterial, proporcionando uma gestação tranquila, segura e saudável a cada mês. As chances de apresentar alguma complicação durante o parto também diminuem.
Andar de bicicleta com frequência vai te ajudar a evitar a retenção de líquidos, dando mais tranquilidade e leveza. Outro grande benefício do esporte é a redução dos níveis de ansiedade e estresse. Afinal, a futura mamãe precisa se preocupar com exames, montar o quarto do bebê, comprar o enxoval além de todas as preocupações e responsabilidades rotineiras. Aproveite as pedaladas para acalmar corpo e mente e dedique esse tempo a você mesma, tudo sem pressa nem preocupação.
Outra grande vantagem do ciclismo é poder praticar uma atividade física ao ar livre e em contato com a natureza. Você já aproveita a vitamina D ao mesmo tempo em que melhora o condicionamento físico e a qualidade da sua respiração. Além disso, logo você verá melhora na qualidade do sono, evitará dores na coluna e seguirá ativa, forte e confiante durante todas as semanas de gestação.

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10 dicas para quem quer começar a pedalar

Pedalar é uma das atividades físicas mais acessíveis. Após investir na bike ou até mesmo alugando uma pela cidade, basta encontrar uma ciclovia ou um parque e curtir um passeio enquanto cuida da saúde. Seja como meio de transporte ou como opção de lazer, uma bicicleta pode trazer muito mais qualidade de vida para a sua rotina.
Se você está pensando em começar a pedalar, mas não sabe por onde começar, fique de olho nessas dez dicas a seguir para realizar essa vontade em poucos passos!

10 dicas para quem quer começar a pedalar

1 – Escolha a bicicleta ideal. O modelo mais adequado vai depender dos seus objetivos; se pretende usar apenas para pequenos passeios ou até mesmo para trilhas. Além disso, é importante observar a altura do guidão e do banco e o conforto do assento.
2 – Equipamentos de segurança. Após escolher o modelo de bicicleta ideal é preciso selecionar os melhores acessórios, como luvas e bonés para dar mais conforto, além de equipamentos de segurança, como capacete e joelheiras.
3 – Prática. Evite longos caminhos logo no começo. Procure um parque tranquilo próximo à sua casa e pratique bem antes de encarar vias movimentadas e dividir espaço com carros e demais veículos. Além disso, busque conhecer as ciclovias da região e, se possível, faça trajetos mais movimentados na companhia de outros ciclistas mais experientes até que sinta a confiança necessária para pedalar sozinho.
4 – Esteja preparado. Leve sempre um kit básico de reparos, principalmente em trilhas em meio à natureza onde será difícil conseguir ajuda. Leve uma bomba de ar, cola e remendo; dessa forma, será possível reparar o pneu em caso de algum imprevisto.
5 – De olho na saúde! Leve sempre uma garrafa de água e faça refeições leves antes de pedalar.

6 – Proteja-se do clima. Ande sempre com protetor solar, óculos de sol e boné. Se for pedalar a noite, leve um casaco para usar no final do trajeto.
7 – Pesquise o trajeto. Sempre antes de sair para pedalar busque conhecer o caminho. Vale pesquisar o mapa do trajeto na internet e levar uma pequena cola com dicas e pontos de referência para não se perder por aí.
8 – Pedale em grupo. Faça amizade com outros ciclistas e participe de encontros na sua cidade. Trocar informações e dicas é uma ótima forma de conhecer melhor o esporte. Além disso, com um grupo de ciclistas mais experientes, você terá ajuda e mais segurança para longos trajetos.
9 – Escolha roupas apropriadas. É possível encontrar peças que absorvem o suor e dão mais conforto aos ciclistas. Procure lojas especializadas em sua cidade.
10 – Siga a regulamentação das vias. Procure entender as normas de trânsito, principalmente se você não tem carteira de motorista. É importante saber quem tem preferência em cada caso, como sinalizar quando precisar fazer uma curva e quais as exigências de equipamentos e sinalizações para andar com segurança. Dessa forma, ciclistas e motoristas podem compartilhar o mesmo espaço sem risco.

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Cicloturismo – saiba o que levar


Arrumar as malas para viajar sempre gera dúvidas sobre o que é realmente necessário além de medo de esquecer algo importante. Esse cenário fica ainda mais intenso em caso de viagens feitas de bicicleta. Se você está planejando uma viagem com cicloturismo, confiras as dicas a seguir para montar uma mala leve e funcional!

Cicloturismo e o que levar

Cicloturismo é qualquer viagem feita utilizando uma bicicleta como meio de transporte. Existem locais mais conhecidos, com trilhas já testadas e aprovadas por outros ciclistas. Antes de decidir o que levar, você precisa definir bem cada detalhe da sua viagem: trajeto, hospedagem, forma de alimentação, tempo de permanência e dia do retorno. Com essas informações em mãos, você pode conferir a nossa lista e adaptar cada item de acordo com a sua viagem!

1 – Manutenção da bicicleta. É preciso estar prevenido para acidentes e imprevistos. Leve bomba de ar, chaves nos tamanhos dos apertos da bicicleta, um par de patim de freio, câmara de ar e remendo para câmara de ar. Antes de sair, faça a manutenção de todo o equipamento para garantir uma viagem segura e tranquila.
2 – Higiene pessoal. Você pode comprar itens em embalagens pequenas e próprias para viagem ou pode comprar um kit de embalagens pequenas e levar pequenas quantidades dos produtos que já utiliza normalmente em casa. Não se esqueça: sabonete, shampoo, desodorante, escova e pasta de dentes e itens para fazer a barba. Além disso, é importante levar protetor solar e repelente.
3 – Alimentação. Primeiro é preciso saber se você vai acampar e fazer a própria comida durante toda a viagem ou se vai ficar hospedado em um hotel e se alimentar em restaurantes locais. Em todo caso, é importante levar produtos que não estraguem facilmente para levar durante o trajeto. Aposte em frutas secas, barras de cereal e drágea descontaminante de água.

4 – Medicamentos. Se você toma algum remédio regularmente, garanta que terá a quantidade suficiente para todos os dias de viagem. Verifique se o local a ser visitado tem risco maior de algumas doenças que podem ser evitadas com vacinas, como a febre amarela, e atualize o seu cartão de vacinas antes de seguir viagem. Alguns medicamentos podem ajudar com imprevistos e devem fazer parte da sua lista: antialérgico, relaxante muscular, antitérmico e pomada anti-assadura. Soro fisiológico, álcool, algodão e esparadrapo também são itens fundamentais.
5 – Roupas. Leve no mínimo dois uniformes para pedalar e uma capa de chuva. Roupa confortável para dormir, chinelos e uma toalha pequena. Confira a previsão do tempo para a região visitada e leve apenas os itens indispensáveis para evitar peso extra.
6 – Itens diversos. Canivete, lanterna, óculos de sol, máquina fotográfica, binóculos, kit de primeiros socorros, mapas, livros, documentos originais e cópias, endereços importantes e contatos de emergência. Capacete e demais itens de segurança pessoal não podem faltar, principalmente se você pretende fazer trilhas. Além disso, verifique se a sua bicicleta segue as normas do Código de Trânsito Brasileiro e conta com olhos de gato nos pedais, espelho retrovisor, luzes dianteiras e traseiras e campainha.

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Pensando em usar a bicicleta na sua rotina? Saiba se é melhor comprar ou alugar

O ciclismo é uma das atividades físicas com mais adeptos. Isso acontece pela facilidade e acessibilidade do esporte. São inúmeros benefícios para a saúde e até mesmo para o meio ambiente, ao diminuir o impacto de outros meios de transporte movidos pela queima de combustível. Com tudo isso em mente, muitas pessoas estão usando a bicicleta no dia a dia, para ir ao trabalho ou faculdade, para reunir amigos e até mesmo para viajar.
Se você está planejando aderir à bicicleta na sua rotina, mas ainda tem dúvidas sobre como começar, fique de olhos nas dicas a seguir e entenda se para o seu caso é melhor comprar uma bike ou alugar pela cidade quando precisar.

Bicicleta: comprar ou alugar?

O primeiro passo é analisar o seu orçamento. Como está no momento e qual a previsão para os próximos meses? Quanto você gasta com carro ou com transporte público e vai economizar com a bicicleta? Essa análise permite uma escolha consciente e evita dívidas.
Em seguida, avalie como será a utilização da bicicleta. Se for alugada, será fácil seguir da sua casa aos pontos de aluguel? Os locais que você frequenta contam com pontos de aluguel e bicicletários? Você vai usar a bicicleta por mais de uma hora com frequência?
Em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, é possível encontrar diversos pontos que oferecem aluguel de bike de forma gratuita. Em alguns casos, é preciso pagar R$5 após uma hora de uso. Esta é uma boa opção para quem fará trajetos curtos e às vezes vai completar o percurso com transporte público.

Caso decida comprar uma bicicleta você ainda pode escolher entre uma nova ou uma usada. Comprar uma bike usada pode ser mais econômico e também mais seguro. Bicicletas modernas e novas podem ser visadas por assaltantes e você precisaria de um cuidado extra no dia a dia. Esses modelos são mais recomendados para ciclistas que participam de competições e precisam de modelos específicos.
Além da bicicleta você precisará de outros itens, principalmente se optar pela compra. Cadeados, correntes, mochilas e roupas próprias para ciclistas podem ser necessários. Você pode, ainda, precisar de equipamentos de segurança pessoal, como capacetes e joelheiras. Esses acessórios vão variar de acordo com a forma de uso e com os trajetos percorridos.
Se escolher pela compra, sempre observe bem o modelo antes de fechar negócio. Verifique a altura do banco e do guidão, e se os mesmos são ajustáveis facilmente. Avalie se você precisa de um modelo com marchas ou não, analise tamanho das rodas e o peso total da bike. Evite comprar por impulso, você pode se arrepender depois e ficar no prejuízo.
Com essas dicas em mãos, avalie se é melhor comprar ou alugar de acordo com as suas necessidades pessoais. Uma opção é passar um tempo alugando antes de fazer uma escolha final. Dessa forma, você pode avaliar de fato as vantagens e desvantagens do aluguel e observar se você realmente precisa investir em uma bike própria!

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Benefícios para a saúde ao andar de bicicleta

Andar de bicicleta é uma das atividades físicas que mais conquista apaixonados por esportes ao ar livre. O exercício pode ser praticado por pessoas de todas as idades, unindo amigos e famílias em parques e ciclovias pelas cidades. Com uma bicicleta você pode ir trabalhar sem se preocupar com o trânsito, se exercitar aos finais de semana e até mesmo viajar nos feriados gastando quase nada.

Se todas essas vantagens ainda não te convenceram saiba que andar de bicicleta faz muito bem para a saúde também. Além de benefícios estéticos a atividade melhora toda a saúde física e também mental. Deixa o praticante preparado para encarar a vida com mais leveza e sempre com um sorriso no rosto.

Benefícios para a saúde ao andar de bicicleta

Fortalece o sistema imunológico – Ao sair do sedentarismo o sistema imunológico se fortalece e você deixa de sofrer com gripes e feriados. Evita sensação constante de cansaço, melhora o sono e a concentração. Por isso é importante se exercitar pelo menos três vezes por semana.

Controle de peso – Andar de bicicleta aumenta a taxa metabólica, facilitando a perda daqueles quilos extras. Em média, é possível queimar 300 calorias a cada hora pedalando. Em poucos meses você verá o resultado no espelho e nas roupas ficando folgadas.

Tônus muscular – Além de diminuir os números da balança, pedalar ajuda a definir os músculos e trabalha diversas partes do corpo ao mesmo tempo. O exercício fortalece principalmente pernas, joelhos, coxas e quadril. Os músculos do abdômen e dos braços também são fortalecidos.

Ossos e articulações – Pedalar ajuda na recuperação de lesões ósseas, previne artrite, aumenta a coordenação motora e dá mais força para todo o corpo. A atividade previne osteoartrite e a osteoporose e protege as articulações.

Diabetes – Pedalar meia hora por dia reduz até 40% do risco de ter diabetes. O exercício ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue, evitando o surgimento da doença ou controlando no caso de quem já tem diabetes.

Mente sã – Pedalar diminui os riscos de depressão, ajuda a lidar com as emoções e mantém a mente calma e em paz. Quem tem o costume de andar de bicicleta logo percebe melhoras em todas as outras áreas, como estudo e trabalho. Isso ocorre porque a prática regular de atividade física ajuda a ter mais foco e concentração.

Mais resistência – Andar de bicicleta ajuda na produção de estamina. Dessa forma, o ciclista nota que passa a ter mais resistência física e logo consegue encarar distâncias maiores do se imaginava capaz.

Custo benefício – Manter a mensalidade de uma academia ou de um centro esportivo pode pesar no orçamento mensal. Diante disso, investir em uma bicicleta se mostra bastante vantajoso. Afinal, a compra será feita apenas uma vez, e os benefícios serão sentidos ao longo de anos. Basta procurar um parque ou uma ciclovia e aproveitar as belas paisagens da sua cidade. Além disso, você pode trocar o carro pela bicicleta em diversas ocasiões, aumentando a economia financeira ao mesmo tempo em que adquire mais qualidade de vida.

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Vantagens de trocar o carro por uma bicicleta

Quem mora em cidade grande sofre com o engarrafamento que consome horas dos nossos dias. Mesmo para quem evita os horários de pico ou para quem mora em cidades menores, o trânsito ainda apresenta diversos dilemas: valor da gasolina, estresse, cuidados com o veículo, tempo extra, etc. Diante disso, é crescente o número de pessoas que prefere andar de bicicleta e se sente mais feliz com essa escolha.

Principais vantagens de trocar

Economia – em média, é preciso gastar cerca de R$100 por ano com a manutenção de uma bicicleta. O mesmo valor não daria um mês de transporte público ou uma semana de gasolina. Fora isso, um carro ainda precisa de seguro, imposto, troca de pneus e muitos outros gastos elevados.

Qualidade de vida – você evita se estressar no engarrafamento e ainda ganha mais fôlego e disposição para encarar a rotina. Além disso, pode parar ao longo do trajeto para colher frutas de uma árvore, apanhar flores ou observar o sol se pondo. Certamente, os seus dias terão mais tranquilidade.

Meio ambiente – além dos benefícios para a saúde, o meio ambiente também sente as vantagens dessa troca. Você deixa de provocar danos à camada de ozônio e colabora com um futuro melhor para todos.

Tempo – pode parecer que o trajeto será mais demorado no começo, mas logo você terá um maior condicionamento físico e fará o percurso em menos tempo. Além disso, quem vai de bicicleta não perde tempo com imprevistos e não vai demorar mais em um dia ou em outro, o tempo será sempre o mesmo.

Mais carro x bike

Trabalho e descanso – é fácil perceber os benefícios de trocar o carro por uma bicicleta de segunda á sexta. Você nunca mais vai se atrasar para o trabalho, não vai perder tempo procurando vaga para estacionar, além de deixar de chegar em casa mais tarde do que o planejado. Mas as vantagens vão além, andar de bicicleta vai facilitar também os seus dias de descanso. Você pode fazer trilhas, conhecer cachoeiras, fazer piqueniques em um parque próximo, tudo isso cortando gastos e investindo em sua saúde.

Mais inteligência – a prática diária de atividade física melhora o desempenho cognitivo, melhorando sua concentração memória. Em pouco tempo você verá os resultados tanto no trabalho quanto nos estudos. Apenas uma mudança na rotina pode melhorar todos os fatores da sua vida.

Humor – praticar exercícios físicos libera endorfina, o que promove relaxamento físico e também mental. Dessa forma, você começa e termina os seus dias com mais tranquilidade e alegria.

Segurança – outra grande vantagem nessa troca é ter mais segurança no dia a dia. Os riscos de roubo e de acidentes graves serão bem menores na sua nova rotina.

Liberdade – a sua liberdade de locomoção é muito maior com uma bicicleta. Você pode ir para qualquer lugar em qualquer horário que desejar, sem se preocupar com engarrafamentos, estacionamento ou com o preço da gasolina e a fila do posto.

O que está esperando para começar!

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Qual é a pressão ideal para calibrar o pneu da sua bike?

Assim como os pneus de carros precisam da calibragem correta, de acordo com a carga que o automóvel transporta e com o terreno onde vai rodar, também as bicicletas demandam um acerto na pressão dos pneus. Isso é fundamental para garantir a eficiência das pedaladas, amortecer impactos e ainda garantir aerodinâmica nas curvas.

Afinal, os pneus não amortecem bem nem absorvem as irregularidades da rota quando estão muito cheios. Mas, quando murchos, eles também podem danificar a estrutura das rodas e furar com mais facilidade, pois a área de contato com o solo aumenta. Descubra como acertar a calibragem da sua bike e obter o melhor proveito dela!

Como acertar a calibragem

A calibragem dos pneus – de carros e bicicletas – é medida em PSI, a sigla em inglês para “Pound Force per Square Inch”, que significa Libra Força por Polegada Quadrada. Esta é uma medida padrão na Inglaterra e nos Estados Unidos que também é adotada por outros países, como o Brasil.

A medida correta não é um número fixo e pré-definido. Ao contrário: varia de acordo com uma série de fatores, como o peso do ciclista somado ao peso da bike, o tipo de pneu utilizado e as características do terreno onde a bicicleta andará. Apesar de muitas pessoas acreditarem que quanto mais cheio, mais um pneu vai render, isso é puro mito.

Algumas recomendações de calibragem são gerais e outras são específicas para cada modalidade de pedal. Normalmente, o fabricante oferece uma recomendação de calibragem para cada tipo de pneu, que deve ser ponderada de acordo com os demais fatores. Neste caso, existem algumas tabelas que os próprios fabricantes ou sites especializados oferecem online e que ajudam a calcular a pressão de acordo com o peso da pessoa e da bike, bem como a largura e o tipo do pneu. Além disso, é comum deixar o pneu dianteiro com menos pressão do que o traseiro para garantir estabilidade – a recomendação varia entre 2 e 5 psi de diferença.

Calibragem ideal para cada modalidade

Ciclistas de Mountain bike e trilhas geralmente utilizam pneus com cravos. O objetivo é manter a bike aderente às irregularidades da via, por isso este modelo roda com pneus um pouco mais murchos do que a média, entre 35 e 65 psi. Mas a calibragem também varia de acordo com a rota: em terrenos escorregadios como areia e barro ou com subidas íngremes, aconselha-se reduzir a pressão entre 1 e 4 psi, para aumentar a área de contato. Já no caso de terra firme ou via com obstáculos que podem perfurar o pneu, a indicação é contrária: aumentar de 1 a 4 psi cada pneu.

Bicicletas de speed, por sua vez, são feitas para atingirem velocidade e fazerem a pedalada render. Além disso, estes pneus geralmente tem uma camada de borracha mais fina, o que os torna mais suscetíveis a furos. Por isso, a calibragem deve ser superior à das mountain bikes, variando entre 85 e 120 psi, uma vez que a pressão elevada contribui para a resistência dos pneus e para reduzir a área de atrito, melhorando assim o fator velocidade.

Já as bicicletas urbanas são mais propensas a buracos, vidros, parafusos e outros objetos perfurantes na via. Por isso, pneus um pouco mais inflados são aconselháveis, mas a quantidade ideal pode variar bastante de acordo com as medidas e modelo de pneu, entre 45 e 120 psi.

Para uma regulagem eficiente, deve-se evitar bombas manuais e compressores de posto de gasolina. Estes equipamentos ajudam pela praticidade, mas se você quer precisão a melhor forma de monitorar a psi dos pneus é com equipamentos próprios para bicicleta, principalmente ciclistas que buscam melhorar resultados em treinos e competições.

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Papo de triatleta: o que é preciso para arrasar na etapa de ciclismo

O Triathlon é um esporte que avalia o melhor atleta simultaneamente em três modalidades: ciclismo, natação e corrida. As provas não somam mais de 51,5 quilômetros, que é a distância do Triathlon Olímpico, com exceção do meio Ironman, do Ironman e do Ultraman que são provas mais longas e exigentes.

Com base na modalidade olímpica, o atleta amador ou profissional deve percorrer 1,5km de natação, 40km de ciclismo e 10km de corrida. Isso quer dizer que a etapa de pedal é fundamental para uma boa colocação final, e a forma como ela é executada influencia na capacidade de corrida. Por isso, além do treino adequado para garantir a aptidão física, também é importante investir no equipamento que garantirá maior agilidade, menos atrito, menos peso e melhores resultados. Então, o que é preciso para arrasar na etapa de ciclismo?

A melhor bicicleta ou a bicicleta ideal?

Existe um mito de que bicicletas de recordistas do Ironman são as melhores do mercado, e a cada novo recorde batido o modelo vencedor passa por um aumento exponencial no índice de vendas. Mas é importante ressaltar que não existe essa coisa de “melhor do mundo”. Se um determinado modelo foi bom para aquele atleta, não quer dizer que será bom para você.

Cada pessoa tem características físicas únicas. Por isso, na hora de escolher a sua primeira bike para triathlon ou de investir em uma nova para aposentar a antiga, lembre-se de levar em conta as suas particularidades, como medidas e proporções corporais, preferências e lesões. Aconselha-se inclusive fazer um bike fit, que nada mais é do que tirar as próprias medidas e montar uma bicicleta ajustada (tamanho do quadro, selim, sapatilhas, guidão, etc.) ao seu corpo.

Outo fator fundamental para determinar a escolha do equipamento ideal são os objetivos de cada atleta, ou seja, em quais provas pretende participar. Em resumo, existe o Triathlon Olímpico que citamos no início da matéria; o Sprint que é um meio-olímpico com 750 metros de nado, 20km de pedal e 5km de corrida; o Ironman com 3,8km de nado, 180 de bike e 42km de corrida; o Meio-Ironman ou Ironman 70.3 que é a metade do anterior; e o Ultraman com 10km de nado, 421km de pedal e 84km de corrida percorridos em 3 dias de prova.

Além destas modalidades, é possível ainda optar por etapas off-road, como a XTerra no Brasil, etapas de deserto e outras particularidades.

Quais os modelos disponíveis

De forma resumida, as “mountain bikes” (MTB) são indicadas para trilhas e etapas off-road, as “speeds” e “roads” para provas com muitas subidas, e as “TT” também chamadas de “bike de triathlon” são adaptadas para provas longas devido a sua aerodinâmica. Para quem está começando e não está familiarizado com os termos, as modalidades Sprint e Olímpica são consideradas provas curtas, enquanto os Ironmans são as longas. Por isso, as “TT” não são recomendadas para iniciantes, principalmente aqueles com menor condicionamento físico – neste caso a bike road é uma boa opção.

A verdade é que atualmente existem muitas bicicletas excelentes no mercado, muitas rodas de alta qualidade, capacetes que são pura tecnologia, e por aí vai. Se o(a) atleta quiser – e puder –, consegue investir bastante dinheiro para escolher os equipamentos mais caros, mas nem sempre eles são os melhores para ele(a). Por isso, converse com atletas experientes e pense na possibilidade de consultar-se com um bike fitter. Muitas vezes o melhor resultado pode vir com mudanças na estratégia dos treinos, e não tanto com investimento nos itens mais caros.

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Descubra o perfil do ciclista brasileiro e oriente sua campanha de marketing

Nos últimos anos, as cidades brasileiras estão vendo um aumento na circulação de pessoas sobre duas rodas. A atividade está ganhando cada vez mais adeptos, seja como lazer ou como meio de transporte. Os novos (e antigos) bikers estão inclusive fortalecendo-se por meio de associações de ciclistas com o objetivo de realizar trabalhos de educação para o trânsito, fazer ações de conscientização em praças e locais públicos e estabelecer diálogos com o governo para melhorar a legislação e a infraestrutura urbana.
Mas será que a quantidade de ciclistas está mesmo crescendo ou é o perfil que está mudando? Infelizmente não há uma ampla base de dados no país sobre o perfil do ciclista brasileiro. Mas algumas boas pesquisas independentes já se dedicaram a estudar este cenário e chegaram a conclusões interessantes – que podem inclusive orientar campanhas de comunicação e estratégias de marketing neste ramo.

Perfil nacional

Uma destas iniciativas é a “Pesquisa Nacional sobre o Perfil do Ciclista Brasileiro”, desenvolvida em 2015 pela ONG Transporte Ativo em parceria com outras 13 entidades. O estudo levantou dados com ciclistas de 10 cidades (Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Niterói, Salvador e São Paulo) para compreender o uso da bicicleta, os medos e frustrações dos ciclistas e o seu perfil socioeconômico.
Descobriu-se que cerca de 70% dos ciclistas pedalam de cinco a sete dias por semana, e as principais razões para utilizarem a bike como meio de transporte são porque ela é mais rápida e prática (quase 43% dos entrevistados), porque é mais saudável (24,2%), por ser mais barata (19,6%), por ser ambientalmente correta (2,2%) e outros motivos (10,5%).

Em termos de perfil, a pesquisa revelou que a maioria dos ciclistas tem entre 25 e 34 anos (34,3%), mas que também é representativa a presença de pessoas entre os 35 e os 44 anos (23,7%) e de jovens com 15 a 24 anos (19,6%). Mais de 40% dos bikers têm apenas o ensino médio completo, cerca de 23% concluíram só o ensino fundamental e pouco mais de 28% têm ensino superior completo ou pós-graduação. A maioria dos ciclistas recebe até 3 salários mínimos, sendo que 7% não tem renda, 13% até 1 salário mínimo, 30% de 1 a 2 salários mínimos e 17% de 2 a 3 salários mínimos.

Mudança de perfil: menos básicas e mais tecnológicas

Já o estudo “Uso de Bicicletas no Brasil: Qual o melhor modelo de incentivo?”, realizado pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), em parceria com a Rosenberg Associados notou uma mudança no perfil do usuário nos últimos anos.
Apesar do mercado nacional ter sentido uma queda nas vendas de bicicletas, esta diminuição foi mais expressiva nos modelos básicos, usados por pessoas com pouca condição financeira. Em contrapartida, houve um crescimento na venda de modelos com maior valor agregado, que são utilizados principalmente pela população urbana para lazer, prática esportiva e mobilidade.
A pesquisa concluiu também que a melhor forma de incentivar este segmento é por meio de políticas de promoção do ciclismo, como a criação de vias especiais para bicicletas, campanhas de educação de trânsito e criação de bicicletários.

Mas por que saber tudo isso? Toda estratégia de marketing deve mirar um público-alvo, ou seja, o consumidor final. Afinal, como elaborar uma campanha de comunicação eficiente e com resultados se o perfil de quem ela deve atingir é desconhecido ou não está claro?
É fundamental que empresários e empreendedores envolvidos no mercado da bike busquem estar atualizados sobre os dados do cenário nacional e local de ciclismo. Isso possibilita a realização de compras mais direcionadas e o oferecimento de serviços adequados à demanda, o que aumenta as chances de sucesso do negócio.

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Cicloturismo: prepare sua bike de acordo com a rota

Para os amantes do pedal em duas rodas, a palavra “viajar” tem um sentido a mais. Além do Natal junto à família, de reunir amigos para o Carnaval ou fazer um mochilão em outro continente, viajar também quer dizer percorrer quilômetros e mais quilômetros de bicicleta.

Não importa se por apenas algumas horas ou durante dias e semanas. Quem ama o ciclismo como hobby ou esporte vê as férias e os feriados como oportunidades de usar as próprias pernas e a bike para conhecer lugares, pessoas, culturas e paisagens. Não é à toa que o cicloturismo vem crescendo entre os brasileiros, assim como as opções de rotas nacionais e internacionais voltadas para este segmento.
Mas apesar de a atividade remeter à liberdade, ela também exige muito planejamento e preparo. Não apenas o trajeto deve ser estudado e avaliado de acordo com a aptidão física dos interessados, mas a escolha da bicicleta e de seus acessórios também é fundamental para o sucesso da aventura. Quanto mais acertado for o modelo para o tipo de roteiro escolhido, menor a chance de problemas e preocupações na jornada.

Cicloturismo em praias e trilhas

Se o trajeto passa a maior parte do tempo pela areia e visa conhecer belas praias e paisagens naturais, então se prepare para um terreno majoritariamente plano. O modelo de bicicleta sem marchas é a escolha predileta dos moradores do litoral e atende perfeitamente às necessidades de passeios curtos voltados para entretenimento e lazer.

Já para os amantes da adrenalina, que gostam de percorrer trilhas, o modelo ideal é a mountain bike. Mas antes de adquirir uma, é importante pesquisar e informar-se quanto ao modelo para não se enganar pelo nome e pela aparência, pois o que faz de uma mountain bike ideal para trilhas é a sua composição, e não o design.

Atualmente existem modelos que aparentam ser off-road, mas na verdade aguentam somente trilhas suaves de terra e sem obstáculos. Para ciclistas que planejam encarar trilhas mais radicais, com pedras, valetas, barro e obstáculos, este modelo simples não é suficiente.

Uma verdadeira bicicleta de trilha deve ter pelo menos 21 marchas e a suspensão deve ser resistente para aguentar e amortecer impactos. Os pneus devem ser de cravos, que tem aqueles sulcos mais profundos e são perfeitos para agarrar na terra. Recomenda-se ainda levar uma câmara de ar reserva, caso fure o pneu, bem como uma bomba para enchê-lo. Além disso, é indispensável um bom capacete, luvas e óculos de proteção.

Amantes do asfalto

O ciclismo em estrada demanda outra configuração, e neste caso há duas opções. Alguns modelos de bicicleta para estrada priorizam performance e são voltados para atletas amadores e profissionais que tem na própria estrada o seu objetivo de treino. Mas há também os modelos que visam conforto, para ciclistas que veem a estrada como um meio para levá-los de um lugar para outro.

A bicicleta ideal para ciclistas de performance é mais agressiva, deixa o corpo em uma posição aerodinâmica e utiliza materiais leves que reduzem o peso do equipamento (como a fibra de carbono e o alumínio). Os pneus são finos e adaptados para velocidade.

Já as estradeiras para longas distâncias são mais confortáveis e menos agressivas, com foco na durabilidade e na resistência. Quanto mais longa for a distância planejada, mais prática deve ser a composição deste modelo.

Afinal, pode ser que alguma peça apresente problema em regiões remotas e o ciclista tenha que concertar ou buscar nova peça nas lojas mais próximas. Por isso, a manutenção deve ser fácil e é importante priorizar peças mais comuns e não tão específicas, como freio V-brake. Outros acessórios também são recomendados, como espelho retrovisor, firma pés, campainha e selim largo e macio.

E não importa qual for o destino: lembre-se se de levar sempre muita água para hidratar-se, alguns lanches e um documento com identificação. Aproveite a aventura!