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10 dicas para encarar subidas de bicicleta

Andar de bicicleta é uma ótima opção de lazer, meio de transporte e atividade física. Quem começa não quer mais parar, logo se apaixona pelo ciclismo e quer ir além, superando desafios e ultrapassando as barreiras do próprio corpo. Após aumentar as distâncias percorridas e realizar os mesmos trajetos em cada vez menos tempo, um dos grandes obstáculos a se encarar são as subidas.

Os iniciantes podem ficar com medo e até mesmo evitar subidas muito inclinadas, principalmente em ciclovias próximas a vias muito movimentadas. A boa notícia é que é possível superar esse medo seguindo algumas dicas, e em pouco tempo você vai se surpreender com o seu desempenho pedalando qualquer subida.

10 dicas para encarar subidas de bicicleta

1 – Postura. Pedalar em pé te permite ir mais rápido, embora seja mais cansativo. Isso vai depender da distância da subida. O ideal em subidas é tentar equilibrar a força por todo o corpo, dividindo o peso.
2 – Ajuste. A distância entre banco e pedal pode evitar dores e tornar a subida mais fácil. Para ajustar a altura, sente-se na bicicleta e coloque o pé nos pedais. O ideal é que, quando o pedal estiver na parte mais baixa da curvatura da pedalada, a sua perna fique quase totalmente esticada.
3 – Respiração. Inspire e expire devagar, mantenha um ritmo de respiração calmo e constante. Dessa forma, fica mais fácil ter fôlego até o final da subida.
4 – Relaxe. Relaxar a parte superior do corpo facilita a respiração e deixa a pedalada mais leve. Manter a cabeça pra frente e a coluna ereta também são formas de tornar a subida mais tranquila.
5 – Devagar e sempre. Essa dica vale principalmente para o começo da subida, assim você poupa energia para todo o trajeto.
6 – Ritmo. Manter um ritmo de 90 RPM é ideal para evitar que o ciclista se canse rápido demais. Para quem não entende o termo específico, tente manter uma volta e meia do pedal a cada segundo.

7 – Zigue-zague. Esta dica vale para trilhas e parques. Pedalar em zigue-zague ajuda a diminuir a elevação da subida, apesar de prolongar um pouco o trajeto. Só não use essa dica em ciclovias com carros próximos, pois pode ser perigoso por não ter o espaço necessário.
8 – Pesquise. Conheça o caminho antes de sair de casa. Pergunte a amigos que já fizerem o trajeto ou pesquise na internet. Dessa forma você pode conseguir dicas específicas sobre a subida que precisa encarar.
9 – Transpiração. Use roupas especiais e leve uma garrafa de água. Uma subida exige mais esforço para pedalar do que terrenos planos.
10 – Confiança. Acreditar que você é capaz certamente tornará a subida mais leve.

Se apesar dessas dicas você ainda está inseguro e sente que precisa de mais um tempo para ter mais força muscular e disposição física, desça da bicicleta e faça a subida andando ou mude de caminho. Cada pessoa tem seu ritmo e seu tempo, e nenhum ciclista nasce da noite para o dia.

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Como montar uma loja de bicicletas?

Com a expansão do consumo de bicicletas no Brasil e o aumento de amantes do pedal, abrir uma loja de bicicletas pode ser tanto um bom negócio quanto um hobby que se torna vocação.  Descubra então algumas dicas e orientações para criar um próspero negócio e decolar no ramo do empreendedorismo.

Primeiros passos: planejando a loja

Uma loja de bicicletas não sobrevive apenas da margem de lucro resultante da venda dos modelos. É preciso oferecer, também, acessórios e equipamentos, como capacetes, pneus, luzes de sinalização, cadeirinha de criança, buzina, cestos, bagageiro, acessório para transporte em carros, etc. Outro serviço fundamental é ter uma oficina mecânica para concerto, revisão e reparo de bicicletas. Essa diversificação, além de gerar outras fontes de entrada, agrega valor ao negócio e atrai clientes.
Em termos de estrutura, a área de loja deve ser separada da área de oficina. Afinal, oficina é um espaço de trabalho manual, com equipamentos para arrumar peças velhas, espaço de estoque e, mesmo que ao final do dia tudo seja limpo e organizado, é aconselhável distinguir a oficina da recepção e do espaço de exposição.
O setor da loja em si deve ser visualmente amplo e agradável. Pode ser interessante investir em um projeto com um arquiteto ou designer de interiores, pois como já dizia o ditado: “a primeira impressão é a que fica”. Por isso, é essencial encantar o cliente na primeira visita com um espaço bonito, onde os produtos ficam organizados e são valorizados.

De acordo com as características do imóvel, o mostruário pode ser suspenso ou ficar no solo pronto para test-drive. Sabendo que os clientes gostam de testar a bicicleta antes de escolher o modelo ideal, planeje um vão livre na loja para isso. Os acessórios também devem ter um espaço próprio que facilite a sua visualização e valorize os itens. Que tal uma parede de capacetes? Converse com um profissional e escolha a melhor forma de apresentar seus produtos.
Em termos de localização da loja, devem-se priorizar regiões de média e alta circulação de pessoas, com fácil acesso e espaço para estacionamento – seja na rua ou em terreno próprio. Um bom ponto comercial atrai, sozinho, vários clientes.

Gestão e eficiência do negócio

Como todo negócio comercial, a gestão de uma loja de bicicletas deve ser planejada e executada de maneira profissional. Por isso, se você não é da área administrativa e não entende de finanças, é aconselhável buscar um curso introdutório sobre gestão de negócios. O próprio SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) oferece cursos gratuitos para auxiliar o empreendedor.

Atualmente também existem softwares de gestão que permitem uma administração mais eficiente. Eles reúnem dados de estoque, compras, vendas, emissão de nota fiscal, controle de funcionários, entre outras funções, e fazem a emissão de relatórios para análise do negócio e aperfeiçoamento da gestão.

O investimento inicial para abrir uma loja varia muito de acordo com a cidade, a localização do ponto comercial, o projeto de reforma e o estoque inicial com o qual se pretende trabalhar. O custo pode variar de R$30.000,00 até um teto ilimitado, de acordo com a disponibilidade de orçamento e com o plano de negócios. Também é importante deixar uma quantia reserva para o fluxo de caixa.

Escolha bons profissionais ou invista em treinamento e capacitação, pois um atendimento de qualidade é fundamental para consolidar a sua marca. Além disso, invista tempo e dinheiro no planejamento de marketing antes mesmo da inauguração, e busque aliar a distribuição de folders na região com ferramentas de marketing digital. A presença virtual é hoje uma das principais formas do cliente chegar até você!

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Mulheres precisam de bicicletas femininas?

Descubra a diferença entre fato e mito e oriente suas clientes.

O público feminino está cada vez mais presente no universo do ciclismo, pedalando tanto como meio de transporte como por hobby e em competições esportivas. Visando justamente esta fatia (crescente) de mercado, as marcas têm investido no desenvolvimento e comercialização de diversos modelos de bicicletas femininas.
Mas não pense naquele modelo infantil, rosa e com cestinha. As lojas estão inundadas de opções para speed, mountain bike e bikes urbanas que garantem maior conforto e eficiência para este público. Mas será que é tudo questão de marketing ou essas bicicletas realmente são mais adaptadas às mulheres?

Pesquisas e adaptações para elas

As proporções do corpo masculino e do corpo feminino são diferentes e os modelos voltados ao segundo público levam em consideração estas variações ao desenvolverem bicicletas mais adaptadas para elas.
A mudança mais óbvia e talvez mais antiga dos modelos femininos está no lado superior do quadro. Ao invés de conectar o guidão à base do selim em linha reta, os modelos femininos fazem uma curva em S ou em diagonal, o que facilita na hora de subir na bicicleta e também é confortável para pedalar de saia e vestido. Mas esta solução é exclusiva dos modelos urbanos e para passeio, pois enfraquecem a geometria no caso de competição e radicalidade.
Considerando que a estatura média da população feminina é menor, e que as mulheres têm pernas alongadas e braços mais curtos, a nova solução tem sido oferecer quadros menores e com um perfil mais vertical, o qual resulta de um tubo superior reduzido e da mudança do ângulo do tubo frontal (que conecta a roda da frente ao guidão).
Com isso, elas não precisam mais utilizar um quadro masculino pequeno, o qual muitas vezes ainda é grande demais e não permite uma posição aerodinâmica, e estão encontrando opções adequadas ao seu corpo. Nas versões para esporte e competição, algumas marcas ainda oferecem tubos mais estreitos e mesmo assim resistentes.

Outra observação que as empresas fizeram é com relação aos ombros: a distância nos homens é maior do que nas mulheres. Isso reflete diretamente nas medidas do guidão, uma vez que no mundo ideal este item deve ter a largura de ombros do ciclista para que os braços fiquem alinhados – com exceção de quem busca velocidade e utiliza um guidão mais estreito. Os modelos femininos, portanto, tem guidão encurtado.
Outras diferenças são com relação ao quadril e, consequentemente, ao formato e material do selim, ao tamanho dos pés e do pedal, ao tamanho das mãos e da largura do guidão ou da distância entre o freio e o guidão, ao peso corporal e ajuste da suspensão, entre outros.

Toda mulher precisa de uma bike feminina?

A resposta desta pergunta pode não agradar, mas a verdade é que depende. Nem toda mulher precisa de uma bicicleta feminina, mas para algumas a versão adaptada ao seu perfil é realmente melhor.
Se olharmos para todas as mulheres do mundo, veremos que há diferenças de tamanho, formato do corpo e proporções. Por isso, para saber se uma bicicleta feminina fica melhor adequada do que uma masculina, é necessário experimentar e avaliar – e isso é valido tanto para bikes urbanas como para modelos de trilhas, estrada e competição.
Afinal, assim como alguns homens preferem montar sua própria bicicleta ao invés de comprar uma pronta, por sentirem que os modelos produzidos em série não são ajustados para si, algumas mulheres também podem não se identificar com os modelos fabricados para o público feminino.
De qualquer forma, para saber se o rótulo “feminino” ou “unissex” de um determinado produto é marketing ou fato, é importante checar se a redução do quadro e encurtamento do tubo superior (alterações mais comuns nos modelos para mulheres) foram acompanhados de adequações em toda a geometria. Caso não, é mais marketing do que realidade.

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Cicloturismo: prepare sua bike de acordo com a rota

Para os amantes do pedal em duas rodas, a palavra “viajar” tem um sentido a mais. Além do Natal junto à família, de reunir amigos para o Carnaval ou fazer um mochilão em outro continente, viajar também quer dizer percorrer quilômetros e mais quilômetros de bicicleta.

Não importa se por apenas algumas horas ou durante dias e semanas. Quem ama o ciclismo como hobby ou esporte vê as férias e os feriados como oportunidades de usar as próprias pernas e a bike para conhecer lugares, pessoas, culturas e paisagens. Não é à toa que o cicloturismo vem crescendo entre os brasileiros, assim como as opções de rotas nacionais e internacionais voltadas para este segmento.
Mas apesar de a atividade remeter à liberdade, ela também exige muito planejamento e preparo. Não apenas o trajeto deve ser estudado e avaliado de acordo com a aptidão física dos interessados, mas a escolha da bicicleta e de seus acessórios também é fundamental para o sucesso da aventura. Quanto mais acertado for o modelo para o tipo de roteiro escolhido, menor a chance de problemas e preocupações na jornada.

Cicloturismo em praias e trilhas

Se o trajeto passa a maior parte do tempo pela areia e visa conhecer belas praias e paisagens naturais, então se prepare para um terreno majoritariamente plano. O modelo de bicicleta sem marchas é a escolha predileta dos moradores do litoral e atende perfeitamente às necessidades de passeios curtos voltados para entretenimento e lazer.

Já para os amantes da adrenalina, que gostam de percorrer trilhas, o modelo ideal é a mountain bike. Mas antes de adquirir uma, é importante pesquisar e informar-se quanto ao modelo para não se enganar pelo nome e pela aparência, pois o que faz de uma mountain bike ideal para trilhas é a sua composição, e não o design.

Atualmente existem modelos que aparentam ser off-road, mas na verdade aguentam somente trilhas suaves de terra e sem obstáculos. Para ciclistas que planejam encarar trilhas mais radicais, com pedras, valetas, barro e obstáculos, este modelo simples não é suficiente.

Uma verdadeira bicicleta de trilha deve ter pelo menos 21 marchas e a suspensão deve ser resistente para aguentar e amortecer impactos. Os pneus devem ser de cravos, que tem aqueles sulcos mais profundos e são perfeitos para agarrar na terra. Recomenda-se ainda levar uma câmara de ar reserva, caso fure o pneu, bem como uma bomba para enchê-lo. Além disso, é indispensável um bom capacete, luvas e óculos de proteção.

Amantes do asfalto

O ciclismo em estrada demanda outra configuração, e neste caso há duas opções. Alguns modelos de bicicleta para estrada priorizam performance e são voltados para atletas amadores e profissionais que tem na própria estrada o seu objetivo de treino. Mas há também os modelos que visam conforto, para ciclistas que veem a estrada como um meio para levá-los de um lugar para outro.

A bicicleta ideal para ciclistas de performance é mais agressiva, deixa o corpo em uma posição aerodinâmica e utiliza materiais leves que reduzem o peso do equipamento (como a fibra de carbono e o alumínio). Os pneus são finos e adaptados para velocidade.

Já as estradeiras para longas distâncias são mais confortáveis e menos agressivas, com foco na durabilidade e na resistência. Quanto mais longa for a distância planejada, mais prática deve ser a composição deste modelo.

Afinal, pode ser que alguma peça apresente problema em regiões remotas e o ciclista tenha que concertar ou buscar nova peça nas lojas mais próximas. Por isso, a manutenção deve ser fácil e é importante priorizar peças mais comuns e não tão específicas, como freio V-brake. Outros acessórios também são recomendados, como espelho retrovisor, firma pés, campainha e selim largo e macio.

E não importa qual for o destino: lembre-se se de levar sempre muita água para hidratar-se, alguns lanches e um documento com identificação. Aproveite a aventura!

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V-Brake ou disco? Por que é importante escolher o freio adequado?

Falar de freio é fundamental para qualquer ciclista. Ninguém quer passar por uma situação em que não consiga frear a bicicleta suficientemente para fazer uma curva ou driblar um obstáculo. Da mesma forma, não seria nada agradável frear demais repentinamente, travar rodas e correr o risco de levar um belo tombo. Por isso, os freios precisam oferecer precisão e segurança.
Sabemos, entretanto, que quanto mais tecnologia o produto possuir, mais caro ele irá custar. Por isso, é
interessante pensar na relação entre custo, benefício e as demandas de sua atividade com a bicicleta. Neste artigo, você conhecerá a característica de dois dos principais freios utilizados nos dias de hoje: o V-Brake e o freio a disco.

Uma volta ao passado

É comum em bicicletas antigas encontrar um tipo de freio que já não é mais vendido junto às bikes modernas, o cantilever. Seu funcionamento é extremamente básico: o cabo de aço que sai da manete puxa um mecanismo em “v” com outro cabo próximo ao garfo, o que faz com que as pastilhas de freio se juntem e produzem atrito com o aro. Foi bastante eficiente, mas caiu em desuso pela força que exige das mãos, a falta de precisão e a dificuldade para se regular.

V-Brakes

Falamos dos cantilevers no parágrafo anterior porque o modelo V-Brake é considerado uma evolução mecânica do antigo freio a cabos. Naturalmente, o V-Brake tomou o lugar do cantilever no mercado, e hoje em dia é o freio mais comum em bicicletas para lazer e transporte.

O freio V-Brake funciona a partir de um princípio de alavanca. O cabo que sai das manetes ativa lateralmente um mecanismo que puxa simultaneamente ambos os braços das pastilhas de freio, pressionando o aro e proporcionando a frenagem. Este freio tem um funcionamento físico semelhante ao cantilever, mas suas características exigem uma menor força manual para ativar, além de uma performance melhorada.
Embora seja uma tecnologia menos avançada em relação aos freios a disco, os ciclistas costumam dizer que é preferível possuir um freio V-Brake bom em sua bike do que um freio a disco ruim. De fato, algumas opções deste modelo de frenagem podem apresentar um ótimo desempenho.

Freio a disco

O freio a disco já é uma tecnologia consagrada em motocicletas e carros, sendo gradualmente incorporada e evoluída também nas bicicletas. O princípio físico do freio não é complexo a uma primeira vista. Pinças pressionam os rotores (discos), que são fixados ao cubo da roda, promovendo a frenagem. Os cabos que transmitem a força das manetes podem ser mecânicos ou hidráulicos, e proporcionam uma perda de velocidade com grande precisão e eficiência.

As outras principais vantagens do disco dizem respeito à forma como ele funciona. Como o disco de frenagem está no centro da roda, é menos suscetível a sujeira e danos causados por irregularidades do terreno. Por este mesmo motivo, não está em contato com o aro da bicicleta, o que aumenta a vida útil deste componente. Ao utilizar freios hidráulicos, a precisão e a performance se tornam ainda melhores. Consequentemente, é um equipamento relativamente mais caro que os demais.

Acesse e conheça todos os modelos disponíveis.

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Qual o pneu mais indicado para minha bicicleta?

Mercado oferece opções para diversas atividades, performances e bolsos

 O pneu é uma peça da bike que merece fundamental atenção e pesquisa na hora de escolher um modelo. Enquanto peça que fica em contato direto com o solo, ele precisa oferecer conforto, segurança, performance e, se possível ainda ser durável e resistente às características do solo. Saiba qual o modelo e tipo escolher para sua bicicleta. Para isso, leve em conta as condições do exercício que está prestes a fazer, e qual o terreno no qual a bicicleta será utilizada.

Tamanho do pneu

Ao comprar seu pneu, verifique se ele se adequa ao diâmetro dos aros de sua bicicleta. Para descobrir este valor, procure nos pneus já instalados medidas como “26 x 1,5” ou “26 x 2”. O primeiro valor se refere ao diâmetro, e é o que dá o “nome” ao aro – aro 26, aro 27,5, aro 29. O segundo valor se refere à largura do pneu.

Os aros 26 são os utilizados em boa parte das bicicletas, tanto nas de lazer, como nas de MTB. No entanto, esta última categoria também já está incorporando aros 27,5 e 29, maiores e mais eficazes para superar obstáculos do terreno. A largura está diretamente ligada ao conforto e inversamente ligada à velocidade. Um pneu mais largo, portanto, é mais confortável, melhor para curvas, mas mais lento, pois oferece mais atrito com o solo. Os pneus mais finos são mais velozes, no entanto, piores para curvas e menos confortáveis por ter menos ar em seu interior.

Ranhuras e cravos dos pneus

O desenho que a banda externa do pneu apresenta diz muito sobre sua característica e sua performance. Os pneus slicks (sem cravos), por exemplo, são mais indicados para uso em asfalto. São mais confortáveis para pisos lisos, e apresentam boa aderência em pistas de concreto mais regulares.

Os pneus com cravos também são bastante variados. Os que possuem cravos maiores apresentam melhor desempenho em terrenos com lama.

Os que têmcravos menores são ideais para estradas de terra batida, porém seca. A distância entre os cravos também determina a quantidade de aderência e atrito entre a borracha e o chão. Para ciclistas que utilizam a bike como meio de transporte e enfrentam terrenos diferentes com o mesmo pneu, existem opções híbridas, de slicks com travas pequenas, que podem ser um bom coringa.

Arame ou Kevlar?

O talão, que é a parte dura a qual fica em contato com o aro, possui um revestimento rígido, normalmente de arame ou Kevlar (substância leve e dura utilizada em coletes à prova de bala). O Kevlar é mais leve e resistente que o arame – pode inclusive ser dobrado, facilitando o transporte. No entanto, é mais caro do que o arame, que também pode ser uma boa escolha.

Calibragem

Mantenha seu pneu sempre calibrado. É importante observar sempre as orientações do fabricante sobre o respectivo modelo de pneu. Lembre-se apenas de que pneus com mais ar são mais rápidos, porém podem perder tração com maior facilidade em pisos lisos. Pneus mais murchos, por sua vez, se desgastam mais e furam mais facilmente.

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Qual a bicicleta ideal para sua atividade?

Características da bike devem ser levadas em conta para escolher seu equipamento

O ciclismo é um esporte bastante democrático e variado: pode ser praticado por quase qualquer pessoa, independentemente de seu tipo físico, idade, ou rendimento. É também uma atividade física muito plural pois pode ser praticada em quase qualquer piso, desde uma rua asfaltada a até mesmo uma acidentada montanha de pedras.

No entanto, é sempre necessário dedicar muita atenção à escolha dos equipamentos que serão utilizados, tanto para uma melhor performance como para garantir uma maior segurança ao ciclista, seus companheiros e às pessoas que eventualmente estejam no mesmo local. Isto envolve utilizar os equipamentos corretos, mas principalmente uma bike indicada e devidamente equipada para este tipo de atividade. Neste artigo, você terá algumas noções de como escolher a bicicleta mais indicada para seu tipo de “pedalada”.

Escolhendo uma bicicleta para determinado piso

Nesse artigo, nos concentramos principalmente sobre três tipos de piso: trilha, praia e asfalto. Cada um destes pisos possui subdivisões e características próprias, mas aqui serão dadas noções gerais sobre qual bike deve ser utilizada em cada uma destas categorias.

Praia

A praia é o lugar ideal para se utilizar (e muito) uma bicicleta.
Como as regiões litorâneas normalmente são bastante planas e com terrenos pouco acidentados, podem-se utilizar bicicletas que valorizem o conforto do ciclista e que não necessariamente sejam feitas para ganhar grandes velocidades. Afinal, quem normalmente pedala na praia, não o faz com muita pressa.

Para estas situações, uma bicicleta de pneu largo pode oferecer a segurança e o conforto para alternar entre pedaladas no calçadão e na areia. Como o terreno é majoritariamente plano, o uso de marchas é dispensável. Utilize um guidão que permita um posicionamento confortável e relaxado na bicicleta, com boa curvatura. O banco pode ser mais largo, e os pneus de aro 26 são uma boa escolha.

Cidade

As cidades podem apresentar características bastante diferenciadas entre si, mas é indicado que a bicicleta se adéque tanto àquele território urbano como às intenções do ciclista ao pedalar. De forma geral, as cidades apresentam um terreno com várias ondulações, e um piso não necessariamente de boa qualidade, visto que boa parte das ruas possuem buracos ou rachaduras.

Por isso, a bicicleta urbana tem que ser pensada para gerar o máximo de performance e velocidade com o mínimo possível de esforço do ciclista. Neste sentido, uma boa opção é se utilizar uma bike com 21 marchas, freios V-Brake para garantir uma frenagem ágil e eficaz, além de um banco mais fino e um guidão que promova alguma curvatura no corpo, a fim de diminuir a resistência do ar e conferir mais força ao ciclista. Pneus finos de 700cc dão conta do recado.

Trilhas

O terreno das trilhas são os que costumam exigir mais de seu equipamento, bem como do ciclista. Por esse motivo, a bicicleta para trilhas deve ser montada para garantir resistência, segurança e o máximo conforto ao ciclista. Para este tipo de atividade, a prioridade é garantir ao ciclista o maior controle possível sobre a bike, e não necessariamente uma grande aerodinâmica.