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março 2017

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V-Brake ou disco? Por que é importante escolher o freio adequado?

Falar de freio é fundamental para qualquer ciclista. Ninguém quer passar por uma situação em que não consiga frear a bicicleta suficientemente para fazer uma curva ou driblar um obstáculo. Da mesma forma, não seria nada agradável frear demais repentinamente, travar rodas e correr o risco de levar um belo tombo. Por isso, os freios precisam oferecer precisão e segurança.
Sabemos, entretanto, que quanto mais tecnologia o produto possuir, mais caro ele irá custar. Por isso, é
interessante pensar na relação entre custo, benefício e as demandas de sua atividade com a bicicleta. Neste artigo, você conhecerá a característica de dois dos principais freios utilizados nos dias de hoje: o V-Brake e o freio a disco.

Uma volta ao passado

É comum em bicicletas antigas encontrar um tipo de freio que já não é mais vendido junto às bikes modernas, o cantilever. Seu funcionamento é extremamente básico: o cabo de aço que sai da manete puxa um mecanismo em “v” com outro cabo próximo ao garfo, o que faz com que as pastilhas de freio se juntem e produzem atrito com o aro. Foi bastante eficiente, mas caiu em desuso pela força que exige das mãos, a falta de precisão e a dificuldade para se regular.

V-Brakes

Falamos dos cantilevers no parágrafo anterior porque o modelo V-Brake é considerado uma evolução mecânica do antigo freio a cabos. Naturalmente, o V-Brake tomou o lugar do cantilever no mercado, e hoje em dia é o freio mais comum em bicicletas para lazer e transporte.

O freio V-Brake funciona a partir de um princípio de alavanca. O cabo que sai das manetes ativa lateralmente um mecanismo que puxa simultaneamente ambos os braços das pastilhas de freio, pressionando o aro e proporcionando a frenagem. Este freio tem um funcionamento físico semelhante ao cantilever, mas suas características exigem uma menor força manual para ativar, além de uma performance melhorada.
Embora seja uma tecnologia menos avançada em relação aos freios a disco, os ciclistas costumam dizer que é preferível possuir um freio V-Brake bom em sua bike do que um freio a disco ruim. De fato, algumas opções deste modelo de frenagem podem apresentar um ótimo desempenho.

Freio a disco

O freio a disco já é uma tecnologia consagrada em motocicletas e carros, sendo gradualmente incorporada e evoluída também nas bicicletas. O princípio físico do freio não é complexo a uma primeira vista. Pinças pressionam os rotores (discos), que são fixados ao cubo da roda, promovendo a frenagem. Os cabos que transmitem a força das manetes podem ser mecânicos ou hidráulicos, e proporcionam uma perda de velocidade com grande precisão e eficiência.

As outras principais vantagens do disco dizem respeito à forma como ele funciona. Como o disco de frenagem está no centro da roda, é menos suscetível a sujeira e danos causados por irregularidades do terreno. Por este mesmo motivo, não está em contato com o aro da bicicleta, o que aumenta a vida útil deste componente. Ao utilizar freios hidráulicos, a precisão e a performance se tornam ainda melhores. Consequentemente, é um equipamento relativamente mais caro que os demais.

Acesse e conheça todos os modelos disponíveis.

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Qual o pneu mais indicado para minha bicicleta?

Mercado oferece opções para diversas atividades, performances e bolsos

 O pneu é uma peça da bike que merece fundamental atenção e pesquisa na hora de escolher um modelo. Enquanto peça que fica em contato direto com o solo, ele precisa oferecer conforto, segurança, performance e, se possível ainda ser durável e resistente às características do solo. Saiba qual o modelo e tipo escolher para sua bicicleta. Para isso, leve em conta as condições do exercício que está prestes a fazer, e qual o terreno no qual a bicicleta será utilizada.

Tamanho do pneu

Ao comprar seu pneu, verifique se ele se adequa ao diâmetro dos aros de sua bicicleta. Para descobrir este valor, procure nos pneus já instalados medidas como “26 x 1,5” ou “26 x 2”. O primeiro valor se refere ao diâmetro, e é o que dá o “nome” ao aro – aro 26, aro 27,5, aro 29. O segundo valor se refere à largura do pneu.

Os aros 26 são os utilizados em boa parte das bicicletas, tanto nas de lazer, como nas de MTB. No entanto, esta última categoria também já está incorporando aros 27,5 e 29, maiores e mais eficazes para superar obstáculos do terreno. A largura está diretamente ligada ao conforto e inversamente ligada à velocidade. Um pneu mais largo, portanto, é mais confortável, melhor para curvas, mas mais lento, pois oferece mais atrito com o solo. Os pneus mais finos são mais velozes, no entanto, piores para curvas e menos confortáveis por ter menos ar em seu interior.

Ranhuras e cravos dos pneus

O desenho que a banda externa do pneu apresenta diz muito sobre sua característica e sua performance. Os pneus slicks (sem cravos), por exemplo, são mais indicados para uso em asfalto. São mais confortáveis para pisos lisos, e apresentam boa aderência em pistas de concreto mais regulares.

Os pneus com cravos também são bastante variados. Os que possuem cravos maiores apresentam melhor desempenho em terrenos com lama.

Os que têmcravos menores são ideais para estradas de terra batida, porém seca. A distância entre os cravos também determina a quantidade de aderência e atrito entre a borracha e o chão. Para ciclistas que utilizam a bike como meio de transporte e enfrentam terrenos diferentes com o mesmo pneu, existem opções híbridas, de slicks com travas pequenas, que podem ser um bom coringa.

Arame ou Kevlar?

O talão, que é a parte dura a qual fica em contato com o aro, possui um revestimento rígido, normalmente de arame ou Kevlar (substância leve e dura utilizada em coletes à prova de bala). O Kevlar é mais leve e resistente que o arame – pode inclusive ser dobrado, facilitando o transporte. No entanto, é mais caro do que o arame, que também pode ser uma boa escolha.

Calibragem

Mantenha seu pneu sempre calibrado. É importante observar sempre as orientações do fabricante sobre o respectivo modelo de pneu. Lembre-se apenas de que pneus com mais ar são mais rápidos, porém podem perder tração com maior facilidade em pisos lisos. Pneus mais murchos, por sua vez, se desgastam mais e furam mais facilmente.

Acesse e conheça todos os pneus disponíveis!
Lojistas,

E-commerce de produtos para ciclistas: por que sua loja precisa ir para internet

E-commerce de produtos para ciclistas: porque sua loja precisa ir para a internet

Vendas online expandem fronteiras e possibilidades comerciais e empresariais

O Brasil está passando por um período de crises econômicas, políticas e outros problemas que estão afetando diretamente a vida das pessoas. Elas afetam principalmente a parte financeira da população, que passa a comprar menos, esfriando a economia. Mas, curiosamente, parece que há um ramo comercial que não está sofrendo com a tal crise econômica – este setor são as vendas online, o chamado e-commerce.

Ao passo que o brasileiro compra cada vez menos, na internet ocorre o processo contrário. No ano de 2016 houve um aumento de quase 8% nas vendas online em valores brutos. Isto mostra que os consumidores brasileiros estão confiando mais em comprar pela internet, e também nas lojas e comerciantes que oferecem serviços cada vez mais ágeis e eficientes para as vendas online.

Por que vender bicicletas e produtos para ciclistas online é uma boa jogada

O ciclismo é praticado por milhões de pessoas ao redor do Brasil, cada uma com suas características. Enquanto alguns usam a bike como meio de transporte ou para uma atividade física casual, outros são profissionais que exigem qualidade, performance e produtos de altíssimo nível. Mesmo os praticantes amadores desta prática já não estão mais se satisfazendo com as bicicletas básicas e pré-montadas corriqueiramente vendidas nas grandes lojas de eletrodomésticos.

Isso quer dizer que a procura por lojas especializadas na venda de bikes, peças e acessórios cresce, e o comerciante deve ter a visão para pegar carona neste crescimento e já levá-lo a outro nível – o nível digital. Muitos consumidores procuram por peças ou equipamentos específicos, difíceis de achar em lojas físicas e, quando encontrados, vendidos a preços absurdos. Neste momento, a alternativa do cliente é ir para a internet.

Levar sua loja de bicicletas, peças e acessórios para bikes significa se livrar do obstáculo do alcance físico limitado. Com a internet, é possível vender para o mundo, com poucos cliques e sem complicação. Coloque seu estoque à disposição na internet e responda ao interesse de clientes em todo o país que procuram por partes e/ou bikes específicas, facilitando a vida tanto do cliente como do lojista. Isso sem mencionar a garantia de um grande retorno financeiro.

Planejamento e dedicação

Contudo, não basta anunciar seus produtos para ciclistas na internet e esperar que o dinheiro caia no colo. O consumidor digital, ou “consumidor 2.0” pesquisa preços, exige agilidade, qualidade e satisfação no processo da compra. Ou seja, é muito mais difícil, em tese, agradar a um consumidor online do que um cliente que visita a loja. Por isso, planejamento, estudo e dedicação são extremamente necessários no momento de migrar a loja para o ambiente online.

Ofereça um preço competitivo e um atendimento online personalizado, que possa se destacar como um diferencial em relação à concorrência. Invista tempo e recursos no e-commerce para expandir seu negócio a níveis antes difíceis de imaginar.

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Qual a bicicleta ideal para sua atividade?

Características da bike devem ser levadas em conta para escolher seu equipamento

O ciclismo é um esporte bastante democrático e variado: pode ser praticado por quase qualquer pessoa, independentemente de seu tipo físico, idade, ou rendimento. É também uma atividade física muito plural pois pode ser praticada em quase qualquer piso, desde uma rua asfaltada a até mesmo uma acidentada montanha de pedras.

No entanto, é sempre necessário dedicar muita atenção à escolha dos equipamentos que serão utilizados, tanto para uma melhor performance como para garantir uma maior segurança ao ciclista, seus companheiros e às pessoas que eventualmente estejam no mesmo local. Isto envolve utilizar os equipamentos corretos, mas principalmente uma bike indicada e devidamente equipada para este tipo de atividade. Neste artigo, você terá algumas noções de como escolher a bicicleta mais indicada para seu tipo de “pedalada”.

Escolhendo uma bicicleta para determinado piso

Nesse artigo, nos concentramos principalmente sobre três tipos de piso: trilha, praia e asfalto. Cada um destes pisos possui subdivisões e características próprias, mas aqui serão dadas noções gerais sobre qual bike deve ser utilizada em cada uma destas categorias.

Praia

A praia é o lugar ideal para se utilizar (e muito) uma bicicleta.
Como as regiões litorâneas normalmente são bastante planas e com terrenos pouco acidentados, podem-se utilizar bicicletas que valorizem o conforto do ciclista e que não necessariamente sejam feitas para ganhar grandes velocidades. Afinal, quem normalmente pedala na praia, não o faz com muita pressa.

Para estas situações, uma bicicleta de pneu largo pode oferecer a segurança e o conforto para alternar entre pedaladas no calçadão e na areia. Como o terreno é majoritariamente plano, o uso de marchas é dispensável. Utilize um guidão que permita um posicionamento confortável e relaxado na bicicleta, com boa curvatura. O banco pode ser mais largo, e os pneus de aro 26 são uma boa escolha.

Cidade

As cidades podem apresentar características bastante diferenciadas entre si, mas é indicado que a bicicleta se adéque tanto àquele território urbano como às intenções do ciclista ao pedalar. De forma geral, as cidades apresentam um terreno com várias ondulações, e um piso não necessariamente de boa qualidade, visto que boa parte das ruas possuem buracos ou rachaduras.

Por isso, a bicicleta urbana tem que ser pensada para gerar o máximo de performance e velocidade com o mínimo possível de esforço do ciclista. Neste sentido, uma boa opção é se utilizar uma bike com 21 marchas, freios V-Brake para garantir uma frenagem ágil e eficaz, além de um banco mais fino e um guidão que promova alguma curvatura no corpo, a fim de diminuir a resistência do ar e conferir mais força ao ciclista. Pneus finos de 700cc dão conta do recado.

Trilhas

O terreno das trilhas são os que costumam exigir mais de seu equipamento, bem como do ciclista. Por esse motivo, a bicicleta para trilhas deve ser montada para garantir resistência, segurança e o máximo conforto ao ciclista. Para este tipo de atividade, a prioridade é garantir ao ciclista o maior controle possível sobre a bike, e não necessariamente uma grande aerodinâmica.

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Acessórios: combine beleza com segurança

Acessórios para ciclistas mesclam utilidade com estética e segurança para atividades

Quem é ciclista sabe que apenas a bicicleta nunca é suficiente para praticar pedaladas, independente do piso. Quase todo praticante de ciclismo utiliza pelo menos alguns acessórios ao longo de suas jornadas, para os mais diversos fins. Assim como as bicicletas, os acessórios e os dispositivos de segurança também estão se tornando cada vez mais evoluídos.
E, além da performance elevada, eles também estão cada vez mais bonitos!

Muitos ciclistas se preocupam com a estética no momento de praticar suas atividades. Gostam de estar vestidos com roupas de cores bonitas, com combinações vivas e aliadas às cores da bike ou de outros equipamentos. Além das roupas, os acessórios das bicicletas também estão sendo projetados para ter uma boa impressão estética, e não apenas cumprir com sua função.

É possível unir beleza, segurança e eficiência

Existe uma infinidade de acessórios para ciclistas e bicicletas que, além de cumprir muito bem com suas funções operacionais, também agradam aos olhos, com seus designs modernos e de bom gosto. Dentre os equipamentos disponíveis, estão bar ends, bolsas, bombas, buzinas, cadeados, campainhas, suportes para caramanholas, cestões, descansos, faróis, malas para bikes, sinalizadores, paralamas, velocímetros e outros acessórios.

As bolsas, por exemplo, são um dos acessórios que mais permitem variações de cores e modelos, para que o ciclista carregue seus objetos de uma forma estilosa e personalizada. Existem modelos mais clássicos, como os pretos básicos, ou mesmo bolsas com mosaicos de cores e desenhos chamativos. Para proteger suas ferramentas, peças, ou até mesmo pneus do calor e da umidade, as opções são muitas.

As buzinas são um show à parte. Voltadas principalmente para crianças, existem modelos com formatos de animais, coloridas e animadas. Para ciclistas com um gosto mais “vintage”, a clássica campainha de gongo remonta às antigas bicicletas da década de 1950 e 1960.

Para manter sua caramanhola bem presa ao quadro de sua bike, os suportes também podem ter vários estilos, mas todos com grande eficiência em garantir que sua garrafa não sairá de seu lugar. São modelos de várias cores, como os tradicionais fabricados em alumínio, ou as de design mais arrojado, feitas em fibra de carbono.

Só o ciclista sabe o quanto sua bicicleta é preciosa e, portanto, merece todos os cuidados possíveis. Para carregar a bike em longas viagens ou ao longo dos terminais das rodoviárias e aeroportos, nada como uma uma mala bike que comporte toda a extensão do equipamento, protegendo-o de impactos, variações de temperatura e da umidade, que pode causar efeitos oxidantes em sua bicicleta. Há cores, modelos e tamanhos disponíveis para todos os gostos e necessidades.

Um farol tem uma função definida que deve ser cumprida com rigor: iluminar o caminho para que o ciclista consiga pedalar mesmo sem condições adequadas de luz. Mas é melhor ainda se o visual do farol conversar com o design da bicicleta, valorizando esteticamente o conjunto. Para isso, a variedade de opções também é grande.

Não importa qual o equipamento ou acessório necessário para sua bike. A Julio Andó tem grande variedade de produtos importados com qualidade e segurança. Monte sua bicicleta ou o estoque de sua loja com os melhores e mais bonitos acessórios – acesse http://www.julioando.com.br e confira!

Legislação,

Respeito ao Ciclista

Respeitar o ciclista é Lei

 

Há muitos anos, existia uma propaganda que dizia “no trânsito, somos todos pedestres”. Nesses tempos, o dia a dia das ruas era feito basicamente de pedestres e carros, assim era fácil de entender que todos deviam respeitar o mais fraco, no caso, os pedestres.

 

Os tempos hoje são outros. Há muito mais carros e muito mais pedestres. Porém, há também um novo elemento nessa equação: as bicicletas. Atualmente, as bicicletas deixaram de ser objeto de lazer e se tornaram meio de locomoção, um veículo comum, utilizado como todos os outros.

Dessa forma, as leis também mudam, e assim como os pedestres precisam ser respeitados, os ciclistas precisam do seu espaço, afinal, no trânsito, é possível ter espaço para todo mundo, desde que cada um respeite o seu lado.

A lei, as bicicletas e o trânsito.

Bicicleta é um veículo e, como tal, precisa estar nas vias. Essa é a primeira coisa que todos os motoristas precisam saber. Dessa forma, quando se vê uma bicicleta andando nas ruas, é preciso entender que aquele espaço também é dela. Assim diz a lei, assim deve ser.

Mas o ciclista também precisa fazer sua parte. Ele deve andar sempre na via do canto direito e, salvo as exceções quando for virar para a esquerda, deve sempre estar nela, que é a via de trânsito lento. Porém, a via da esquerda também pode ser usada, desde que pelo menor tempo possível, para não atrapalhar o fluxo do trânsito.

É preciso lembrar que no trânsito, sempre há uma hierarquia, e o irmão maior cuida do irmão menor. Dessa forma, os caminhões cuidam dos carros, os carros cuidam das motos, as motos cuidam das bicicletas e as bicicletas cuidam dos ciclistas. Em troca, todo irmão menor tenta não atrapalhar o maior. Se todos pensam assim, o trânsito flui, não há estresse, não há problemas, não há discussão.

Também existe outro ponto da lei para o ciclista: apesar de ser veículo, ele não precisa necessariamente esperar o sinal vermelho. A parada de bicicleta é a chamada “Idaho Stop”, onde apenas diminuir a velocidade, dar preferência para os pedestres e esperar os carros com o sinal aberto passar já basta. Então fica a dica: a lei está aí para ser cumprida, e ela protege o ciclista.